terça-feira, 23 de agosto de 2016

Seleção brasileira militar é bicampeã mundial

(Divulgação)
A Seleção Brasileira de basquete feminino conquistou o troféu de campeão da segunda edição do Campeonato Mundial Militar Feminino de basquete. No final do mês de julho, o selecionado verde-amarelo bateu a seleção norte-americana e garantiu o título da competição realizada na cidade de San Diego, nos Estados Unidos.
Para se sagrar bicampeã do Mundial Militar, a Seleção Brasileira derrotou os Estados Unidos com vitória pelo placar de 61 a 60. Com o resultado, além de faturar o título, a equipe brasileira concluiu sua participação na segunda edição do campeonato com 100% de aproveitamento, com vitória nas cinco partidas que disputou.
As grandes destaques da partida que rendeu o troféu de campeão para a Seleção Brasileira foram as pivôs Êga, com duplo-duplo de 13 pontos e 11 rebotes, e Gilmara, com dez pontos e nove rebotes, e a armadora Tássia, com 11 pontos, três assistências e três rebotes. Destaque da Seleção Brasileira durante todo o torneio, Gilmara foi eleita e MVP da competição.
O Mundial Militar contou com a participação de seis equipes e foi disputado em chave única, com todos jogando contra todos. Para chegar ao título, o Brasil derrotou, respectivamente, a Alemanha, por 108 a 38, a China, por 68 a 66, o Canadá, por 65 a 43, a França, por 79 a 62, e os Estados Unidos na última rodada, por 61 a 60.
Além da Seleção Brasileira, Estados Unidos (2º colocado) e China (3º colocado) completaram o pódio. Os três países também formaram o pódio da edição passada do Mundial Militar, realizado na cidade de Angers, na França, com o Brasil em primeiro, a China em segundo e os Estados Unidos em terceiro.
Fonte: LBF

CBB confirma a saída de Magnano e Barbosa


A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) confirmou, nesta terça-feira (dia 23), que os técnicos Rubén Magnano e Antonio Carlos Barbosa não continuarão no comando das Seleções Brasileiras Masculina e Feminina, respectivamente, a partir de 1º de setembro. Conforme estava previsto, os contratos dos dois treinadores serão encerrados dia 31 de agosto.

“São dois excelentes profissionais, medalhistas olímpicos e que deram sua contribuição para as equipes nacionais. Por isso, a Confederação agradece o profissionalismo e a dedicação de cada um. Como nos próximos meses não teremos nenhuma competição adulta, os substitutos serão definidos oportunamente”, disse Vanderlei Mazzuchini, Diretor Técnico da entidade.

Vice-campeão do Mundial de Indianápolis (2002) e medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004), Magnano foi contratado pela CBB em janeiro de 2010. Nesses seis anos e sete meses, o treinador argentino foi o responsável pela reestruturação e a nova identidade da Seleção Masculina. Entre suas principais conquistas estão o vice-campeonato do Torneio Pré-Olímpico das Américas (Argentina 2011), que garantiu a volta do Brasil para a Olimpíada após uma ausência de 16 anos; a quinta posição nos Jogos Olímpicos de Londres 2012; o sexto lugar na Copa do Mundo da Espanha (2014) e a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto (2015). 

Já Barbosa, assumiu a equipe nacional em dezembro do ano passado durante um momento conturbado do basquete feminino. Mas com sua experiência, conseguiu harmonizar o ambiente. Em seu primeiro desafio, o Evento-teste para os Jogos Rio 2016, venceu Argentina e Venezuela e perdeu a final para a Austrália. No Campeonato Sul-Americano da Venezuela, disputado no mês de maio, a Seleção Brasileira conquistou o 26º título invicto da competição, sendo o 16º consecutivo, e a vaga na Copa América 2017.


Fonte: CBB

Divino derrota o São Bernardo e assume a liderança isolada do Paulista Feminino

Notícias
A jovem Gabriela de Paula comandou o Divino/Jundiaí na vitória da liderança
 
O Divino/Jundiaí assumiu a liderança isolada do Campeonato Paulista Feminino – 2016 ao derrotar a ADC São Bernardo, nesta sexta-feira (19 de agosto), por 66 a 64 (30 a 25 no primeiro tempo), em partida emocionante e acirrada, realizada no ginásio Municipal Nicolino de Lucca (Bolão), na cidade de Jundiaí (SP), no complemento do turno da fase inicial.

O time jundiaiense, comandado pelo técnico Luis Claudio Tarallo, aproveitou bem o mando de quadra e esteve melhor nos três primeiros quartos, com vantagens pequenas (13 a 11, 17 a 14 e 21 a 20), mas que foram importantes para manter a equipe na frente, especialmente quando o represebtante do Grande ABC buscou a recuperação nos dez minutos finais (15 a 19).

Os principais nomes da partida foram Gabriela de Paula (32 pontos, 07 rebotes, 02 assistências e 02 bolas recuperadas) e Susan Cortes (12 pontos, 01 rebote, 01 assistência e 01 bola recuperada), pelo Divino/Jundiaí; Lais de Souza (23 pontos, 05 rebotes, 03 assistências e 04 bolas recuperadas) e Loredana Honório (16 pontos, 06 rebotes e 01 assistência), em favor da ADC São Bernardo. A estatística completa da partida pode ser conferida neste link: http://www.fibalivestats.com/u/CPB/292403/#ASFSK

“Chegamos à liderança com muita alegria, pois com um time jovem (média de 19 anos), que entrou sem pretensões e ter esta conquista, realmente, nos enche de orgulho. Embora, saibamos que temos muitos jogos pela frente e que todas as equipes evoluirão no segundo turno”, comenta o técnico Luis Claudio Tarallo, do Divino/Jundiaí.

A classificação final do turno da fase inicial ficou assim:

1º) Divino/Jundiaí – 09 pontos (04 vitórias e 01 derrota)
2º) São José Baasketball
      Top Therm/Unimed/Grupo Leonardi/Sicredi/Presidente Venceslau
      ADC São Bernardo – 08 pontos (03 vitórias e 02 derrotas)
5º) Basketball Santo André/APABA – 07 pontos (02 vitórias e 03 derrotas)
6º) Franca Basquete/FEAC – 05 pontos (05 derrotas)

O Campeonato Paulista Feminino – 2016 tem sequência na quinta-feira (25 de agosto), com o duelo entre o São José Basketball e a ADC São Bernardo, às 19h00 (de Brasília), na cidade de São José dos Campos (SP), marcando a abertura do returno da fase inicial.
 
Fonte: FPB - Assessoria

Apesar de hegemonia, técnico dos EUA vê basquete feminino crescendo

O sexto ouro consecutivo da seleção americana de basquete feminino foi, sem dúvidas, o desempenho mais dominante da equipe em seis ciclos olímpicos. Enquanto outros países que rivalizaram com elas na última década - como o próprio Brasil, Austrália e Rússia - caíram de nível com a transição entre gerações, os EUA apresentaram na Rio 2016 o que o treinador da Espanha, Lucas Mondelo, classificou como "versão feminina do Dream Team de 1992".
O cenário é assustador para quem pretende destronar as americanas no próximo ciclo olímpico, especialmente quando se pensa que apenas três veteranas - Diana Taurasi, Sue Bird e Tamika Catchings - devem se despedir da seleção antes de Tóquio 2020. Craques como Elena Delle Done e Brittney Griner estiveram apenas em sua primeira experiência olímpica, e outras como Maya Moore, Tina Charles e Angel McCoughtry ainda não chegaram aos 30 anos de idade e têm mais ciclos olímpicos pela frente. Apesar disso, o treinador dos EUA. Geno Auriemma, garante que o resto do mundo segue evoluindo, e que as antigas potências do basquete feminino podem ressurgir em breve.
- As coisas seguem em ciclos. É muito difícil permanecer num nível tão alto por muito tempo. Para cada Brasil que não está tão bem, o Canadá melhorou muito. Para cada Rússia que não é mais dominante agora, a Espanha esteve na final do Mundial e na final hoje. Talvez a Austrália tenha dificuldades; a Sérvia, um país tão pequeno, tem seus homens e mulheres nas finais. Esses países vão voltar - as russas de 18 anos foram fenomenais este ano, venceram o Mundial dessa idade. Há um ciclo. Neste momento, estamos num nível muito alto que talvez ninguém viu antes. Isso não é necessariamente porque eles pioraram, é porque o basquete feminino segue ficando mais forte nos EUA. Neste torneio, se você vir quantos jogos parelhos e com prorrogação tivemos, o fato de a Austrália ser o número 2 do mundo e foi eliminada (nas quartas), a França jogou na final em 2012 e perdeu para a Sérvia hoje... Muita coisa boa está acontecendo. Se você nos tirasse do torneio, esse teria sido um incrível torneio. Mas, infelizmente, não vamos a lugar nenhum (risos) - comentou Auriemma após a vitória dos EUA por 101 a 72 sobre a Espanha na disputa do ouro, no sábado.
Auriemma notou também que, nas categorias de base, as seleções de outros países fazem jogo duro com as americanas, e que é no nível adulto que a seleção dos EUA se distancia das demais. Este sucesso, ele atribui tanto à federação de basquete do país, quanto ao sistema universitário do qual faz parte como treinador da universidade de Connecticut.

- Nós temos a sorte de termos uma organização nos EUA comprometida em diversas formas, tanto emocionalmente quanto financeiramente... Há um tremendo comprometimento em conquistar medalhas de ouro, e isso é grande parte do nosso sucesso. Temos um sistema de basquete universitário que ajuda nossas jogadoras a evoluírem em quatro anos. Não dominamos tanto nos níveis de 17 e 18 anos. As jogadoras de base estão bem mais avançadas que as nossas americanas nessa idade, bem mais. Mas a experiência universitária as ajuda a se preparar, além de jogar no exterior e outras coisas.

Jogar no exterior: um detalhe citado por Auriemma que, para a veterana Sue Bird, também é crucial, e parte da diferença entre o domínio absoluto das mulheres americanas e a vantagem cada vez menor dos homens americanos para seus adversários. No basquete feminino, a temporada da WNBA dura poucos meses, e a maioria de suas jogadoras defende times europeus no restante do ano, enquanto no masculino, os jogadores da seleção dos EUA se ocupam com o desgastante campeonato da NBA por pelo menos nove meses, contando pré-temporada, temporada regular e playoffs.
- Acredito firmemente que as coisas mudaram no basquete feminino em termos de preparação para a experiência internacional. Se você voltar até 2002, 2004, as pessoas não iam tanto para o exterior como agora. Nós entrávamos naqueles torneios sem saber nada sobre as jogadoras, nem sobre os times, ou como pronunciar seus nomes. Agora, o técnico pode fazer a preleção no treino e já dizemos, "Sim, sim, é a Laia Palau, ela faz isso, aquilo, é canhota, etc". Sabemos tudo sobre essas jogadoras. Com isso, vem uma certa confiança para jogar contra este estilo. Em 2004, eu percebi que precisava ir para o exterior, ou ia ter dificuldades. Agora, todas vão para o exterior. Não há elemento de surpresa, que é algo que vemos com o time masculino. Eles não estão acostumados com esses árbitros, com isso. Para nós, é normal - explicou Bird.
Fonte: Globoesporte.com

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Corinthians/Pague Menos/Americana prioriza parte física nesse início de temporada




O Corinthians/Pague Menos/Americana iniciou os trabalhos nesta segunda-feira(22) no Ginásio do Centro Cívico em Americana. Na ocasião, atletas e comissão técnica compareceram ao local e iniciaram os trabalhos visando as competições em que irá disputar na temporada 2016/2017.
Os trabalhos dessa primeira semana ficarão a cargo do fisioterapeuta Abner Sousa e do preparador físico Marcos Strapasson, que explicou como será o início da nova temporada. “Inicialmente precisamos mapear para ver como as atletas estão se apresentando. Nessa semana vamos iniciar as avaliações médicas, cardiológicas, ortopédicas, avaliação física, antropométrica e fisioterápica e desta forma, conseguimos fazer uma programação física adequada para as atletas até o início da primeira competição, que será os Jogos Abertos” explicou.
Como os Jogos Abertos do Interior serão realizados na cidade de São Bernardo do Campo entre os dias 14 e 19 de setembro, hoje já começam os treinos técnico e tático com bola. Os trabalhos de academia serão sempre no período da manhã. Na próxima quinta-feira e sexta-feira (01 e 02/09) as atletas farão uma avaliação física na Unicamp de Limeira.
O Campeonato Sul Americano de Clubes que estava programado para setembro em Santiago no Chile foi suspenso pela ABASU/FIBA e deve ser remarcado para novembro. 
O Corinthians/Pague Menos/Americana tem como patrocinadores a Rede de Supermercados Pague Menos, a Unimed Santa Bárbara d´Oeste, Americana e Nova Odessa, Sage e o Grupo Clarian. Além disso tem o apoio da prefeitura de Americana


Jogadoras:
-  Barbara Generoso - armadora
- Melisa Gretter – armadora
- Joice Rodrigues – ala/armadora
- Karla Costa – ala
- Isabella Sangalli – ala
- Patricia Ferreira – ala
- Damiris Dantas – ala/pivô
- Tatiana Conceição – pivô
- Ega Garvão – Pivô
- Maria Carolina de Oliveira – pivô

Comissão técnica
- Antonio Carlos Vendramini – técnico
- Marcos Strapasson – Supervisor/Preparador Físico
- Abner Souza - Fisioterapeuta
- Elisabete Carcavalli –  Atendente Geral
 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

E as olimpíadas continuam...

Team Spain




Confesso que a pífia (pra ser bem educado) participação da seleção feminina me causou um pouco de ressaca em relação ao basquete feminino na Rio 2016.

A competição seguiu e apresentou boas surpresas.

A toda poderosa Austrália acabou surpreendida seleção sérvia e foi eliminada ainda nas quartas de final por 73 x 71, apesar do domínio da gigante Elizabeth Cambage (29 pontos e 11 rebotes). Ana Dabovic foi a cestinha sérvia com 24 pontos.

Outro jogo de tirar o fôlego foi entre Turquia e Espanha. As espanholas confirmaram o favoritismo e venceram as turcas por 64 a 62, com uma bola da armadora Ana Cruz no estouro do cronômetro.

As japonesas bem que tentaram, mas não foram páreas para as americanas, que venceram por 110 a 64.

Por fim, as francesas e canadenses fizeram outro confronto equilibrado, com vitória francesa por 68 a 63.

Hoje, pelas semifinais, a Espanha venceu a Sérvia por 68 a 54 e fará a final olímpica com o vencedor de EUA e França (alguém duvida quem será o vencedor?).

Após o vice campeonato mundial em 2014, a Espanha se firma definitivamente como uma das forças do basquete feminino (alguns degraus abaixo dos EUA, como todas as outras, claro).

E não há segredo para o sucesso do basquete espanhol: um sólido trabalho de base que apresenta um excelente resultado nos últimos dez anos (vários pódios nos mundiais de base de uns anos pra cá), aliados a um esquema de naturalização de atletas de ponta (Sancho Lyttle e agora a também ótima-porém-pouco-experiente Astou Ndour).


Enquanto isso, assistimos na Rio 2016 a morte do basquete feminino brasileiro.

Tive a (infeliz) oportunidade de assistir no ginásio os jogos da seleção feminina contra o Japão e Bielorrússia e acompanhei os outros jogos pela TV.

Espero que os defensores da volta das veteranas estejam satisfeito com o desempenho delas, pois eu sinceramente não fiquei.

Iziane até tentou, mas realmente já não é a mesma jogadora de antes. Com arremessos ruins, restava a ela apenas a tentativa de infiltração e buscar as faltas (isso quando seu físico permitia).

Érika é a personificação do "fala muito e joga pouco" dito em uma entrevista. Errava bolas fáceis no ataque e não defendia NINGUÉM (Tokashiki, Leuchanka e cia agradecem).

Adrianinha estava nitidamente fora da capacidade física e não desempenhou o papel esperado de uma armadora com a experiência dela. Espero que desta vez a aposentadoria seja pra valer e que outras armadoras assumam a posição (Tainá, Débora, Tássia, Lays, Izabella estou torcendo por vocês).

Kelly e Palmira não merecem uma linha sequer sobre a participação delas na Rio 2016. Simplesmente lamentável o estado físico e técnico das duas. A idade não pode ser justificativa para tamanho desleixo para quem se diz atleta de alto nível. A ótima pivô turca Nevriye Yilmaz de 36 anos é um ótimo exemplo de bom estado físico e técnico.

Joice esbanja garra, vontade. Infelizmente, seus frágeis fundamentos não acompanha à ótima visão de quadra e a impetuosidade que tem desde as categorias de base.

Nádia acabou pouco aproveitada, tendo em vista a indecisão de Barbosa entre ela e Kelly. Não pudemos avaliar se toda aquela evolução apresentada no basquete doméstico e das Américas se confirmaria em um torneio de grande porte. Quem sabe na próxima.

Ramona e Tainá tiveram pouco tempo de quadra devido a um pensamento jurássico do nosso "querido" técnico. Não há comentários a serem tecidos sobre elas, a não ser a uma sorridente Tainá após a derrota para a Bielorrússia. Ninguém se importa mesmo, por que ela deveria se importar, não é mesmo?

Tatiane, cortada por motivos de doença, foi um episódio triste para uma jogadora perseguida pelas lesões. Desejo a ela uma pronta recuperação e uma boa LBF.

Damiris e Clarissa foram os grandes destaques da seleção no Rio. 

Damiris me surpreendeu em sua atuação como ala, em seu melhor momento com a seleção. Que o improviso vire uma constante e que ela passe a atuar como ala em seus clubes. 

Clarissa, envolta à ainda viva polêmica do evento teste, mostrou garra e disposição, apesar da sua crônica falta de leitura de jogo. Espero que esta temporada na França (num basquete mais organizado) lhe dê uma melhor condição neste fundamento.

Em relação a comissão técnica, o resultado é extremamente negativo.

Barbosa dispensa comentários. Foi o Barbosa que conhecemos potencializado com uma arrogância sem fundamento (quais foram os títulos que ele ganhou mesmo? O bronze olimpico, a Copa América de 97 e...? Ah, claro, os Sul Americanos!)

Gostaria que o Vita explicasse o motivo das jogadoras chegarem à olimpíada cansadas. Foi falta ou excesso de treinos?

Eu ainda não sei ao certo o que Adriana Santos faz na seleção. Pra mim, ela foi apenas ao Rio pra fazer o juramento na abertura.

A CBB, maior culpada, passou vergonha na Rio 2016. O masculino também não passou de fase e os investimentos do COB e do Ministério do Esporte deverão minguar após essa ridícula participação em casa.

Difícil prever como será o próximo ciclo olímpico. Talvez devessemos aguardar as eleições na CBB, mas sem muito ânimo.

Independente de quem seja o técnico, é importante notar que não dá mais pra adiar a renovação. Nádia, Clarissa, Damiris, Ramona, Tatiane e Tainá devem seguir, somadas a jovens destaques que devem ser observadas desde já (Vitória, Maíra, Mônica, Luana, Letícia Viviane, Raphaela Monteiro, Sangalli, Lays, Nicoletti, Raphaela da Silva).

Ao contrário do que dizem, temos material humano que precisa ser melhor lapidado. Será que teremos uma confederação e um técnico dispostos a isso?

Oremos.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Érika de Souza lamenta resultados nas Olimpíadas e confirma permanência na seleção



A pivô Érika de Souza, 34 anos e 1,97m, da Seleção Brasileira de Basquete Feminino, lamenta a campanha do elenco nacional nas Olimpíadas Rio 2016, eliminada na primeira fase do torneio. Apesar do resultado, a jogadora reconhece o esforço de suas companheiras e comissão técnica.

"Estou muito triste. Meu maior objetivo era conseguir essa medalha. Eu estava disposta a fazer de tudo para chegar naquele pódio. Ter que me despedir tão rápido dói demais", lamenta a atleta.

"Não foi nada do que imaginávamos. Treinamos muito, estávamos entrosadas, mas na quadra não conseguimos corresponder às expectativas. Não acredito que seja culpa de nenhuma de nós ou do técnico, mas, ciente de que sou uma das veteranas desse time, não fujo da minha responsabilidade para com os brasileiros. Gostaria de ter ido melhor".

A jogadora também afirmou que essa não será a última vez que veste o uniforme da seleção brasileira.

"Eu já falei isso e não vou cansar de repetir: vestir a camisa verde e amarela é o maior orgulho da minha vida. De maneira alguma estou me aposentando da seleção, me sinto muito bem fisicamente e sei que tenho muita condição de jogar mais campeonatos. Estou à disposição para servir ao meu país nos campeonatos que estão por vir".

Érika de Souza já saiu da Vila Olímpica e passará os próximos dias com a família, no Rio de Janeiro. Em 17 de agosto (quarta-feira), embarca para Chicago, nos Estados Unidos, onde se apresenta ao Chicago Sky para a continuação da temporada de 2016 da WNBA (liga norte-americana de basquete feminino).

‘Basquete está perdendo jovens altas para o vôlei’, diz Hortência

Link: aqui!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Tati Pacheco confirma corte da seleção em publicação no Facebook

A ala Tati Pacheco se manifestou publicamente no dia de hoje sobre sua ausência nas partidas da seleção feminina de basquete na Olimpíada.

Segue o texto que a atleta publicou em sua página no Facebook:

Meu sonho sempre foi disputar uma Olimpíada. Depois de superar algumas lesões, fui convocada para participar dos treinos, fiquei entre as 12 e entrei na Vila Olímpica. Estava realizando meu sonho. A gente estreava no sábado à tarde, contra a Austrália, mas como alguns perceberam, não fui ao jogo. Acordei me sentindo mal, inchada e fui examinada pelo médico da seleção, Dr. Jorge Luiz Oliva. A suspeita era que eu estava com caxumba.
Enquanto a delegação foi para a Arena Juventude enfrentar a Austrália, eu fui para um hotel no Rio, enquanto esperava o resultado dos exames. Não poderia ter contato com outros atletas para não acabar contagiando outras pessoas.
Também não vesti a camisa do Brasil nos jogos contra o Japão e Bielorrússia. Esperando os exames, torcia de longe, querendo representar meu país dentro de quadra. Não foi dessa vez.
Ontem de noite, os resultados dos exames específicos saíram e deram compatíveis ao quadro de virose por caxumba.
Como a doença é transmitida por um vírus, fui cortada hoje pela manhã e adio a realização do meu sonho. É difícil aceitar que para mim acabou, mas são as dificuldades que fazem a gente crescer. Já superei outras coisas e vou superar mais essa. Tenho certeza que no futuro, terei outra oportunidade.
Muito obrigada a todos que torceram por mim! O carinho de vocês foi muito importante para eu chegar até aqui. Espero representar o Brasil em outras oportunidades e dar alegria a todos vocês! 


Basquete desaba e Iziane detona: "Tem gente que fala muito e joga de menos"

Link:http://olimpiadas.uol.com.br/colunas/roberto-salim/2016/08/10/basquete-desaba-e-iziane-detona-tem-gente-que-fala-muito-e-joga-de-menos.htm

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Comentário de uma torcedora após a terceira derrota do basquete feminino na Olimpíada

Mais uma derrota. A de hoje na partida contra Bielorrússia. Um comentário anônimo chamou minha atenção e resolvi trazer esse texto para cá:



Faz bastante tempo que não dou minhas caras por aqui.


Faz bastante tempo que deixei de acompanhar assiduamente o basquete feminino. 




Me acostumei e me encantei com o arsenal ofensivo da Hortência, com os passes espetaculares da Paula, com os arremessos certeiros da Janeth, com os rebotes da Alessandra, com a defesa da Claudinha, com as infiltrações da Silvinha, com os arremessos de três pontos da Helen, com as bolas recuperadas da Leila.... 




E agora? O que vocês esperavam dessas meninas nesses Jogos Olímpicos


Érika é a nossa jogadora mais valiosa. Tem um currículo invejável. Jogou  as ligas mais fortes do mundo. Mas só consigo percebê-la na quadra quando vibra. No resto do tempo, não pega rebote, não faz pontos e não marca ninguém. A impressão que tenho é que ela só consegue se destacar quando o time não depende dela, quando alguma outra jogadora cria e deixa a pivô em condições claras para finalizar. 



Iziane é uma das mais experientes, mas sente falta de movimentações que deem a ela mais participação nos lances. Raramente Iziane consegue finalizar em situações de jogadas que foram trabalhadas. E assim quando busca a cesta, as outras brasileiras estão paradas o que facilita muito o trabalho de ajuda defensiva do time adversário. 




Clarissa é uma guerreira! Pra mim a melhor jogadora do Brasil. Ela está em todas as bolas, pegando rebote, marcando, convertendo cestas e muitos duvidaram do potencial dela, apenas porque não tinha altura. Isso é uma coisa que tem que mudar por aqui. ATITUDE é mais importante que altura. Vejam a armadora da Austrália e vão entender o que estou falando. 




Damiris é o caso que mais me deixa mais preocupada. A menina passou a vida toda jogando de pivô e resolvem colocá-la de lateral para tapar um buraco. A ideia não é ruim, mas ela jamais deveria ter jogado de pivô na vida. Acontece que as equipes que ela defendeu na base, na ânsia de obterem a glória nos campeonatos que disputaram, acabaram especializando a jogadora em uma posição sem pensar na carreira ainda mais brilhante que ela teria. Assim quem sofre é a equipe nacional. 




Adrianinha está disputando a sua quinta Olimpíada e o faz pensando no basquete brasileiro. Ela sabe que as suas condições físicas estão bem abaixo do ideal, devido à idade mais avançada e as lesões que enfrentou antes dos Jogos. Não vem fazendo boas apresentações. Sem ela na quadra dependemos da Joice, a qual não consigo entender como está disputando a sua segunda Olimpíada. 




No banco, além da Joice, temos mais seis jogadoras. Ou melhor, cinco. Porque Tatiane Pacheco não foi vista sentada lá em nenhum dos três jogos realizados pela equipe. No site da CBB uma notinha explica que ela teve uma "estafa física", mas ela deve estar sem condições de levantar da cama para deixar de acompanhar a equipe da competição mais importante do planeta. A não ser que estejam tentando esconder algo. Pode isso, Arnaldo?



Palmira e Kelly se deram bem com a volta do Barbosa, pois com qualquer outro técnico as duas não teriam a menor chance de estarem na seleção. Sou obrigada a concordar, já que o que ambas estão mostrando está muito aquém dos Jogos Olímpicos.  




Nádia poderia ajudar um pouco mais, mas não está sendo muito utilizada pelo técnico. 




Ramona e Tainá devem estar curtindo à beça esses Jogos. Deveriam inclusive pedir para o Barbosa para assistirem todas as competições possíveis in loco. Já vão para o jogo sabendo que não vão entrar. Uma pena, porque são duas meninas que vão defender por muito tempo a seleção brasileira. 




Mas... o pior de tudo é ver o Cristiano Cedra sentado ali. Um cara estudioso, com um conhecimento incrível que podia pedir um tempo no último momento e criar algo diferente para alterar o placar final do jogo. 




O Barbosa já passou do ponto de estar ultrapassado. As jogadas são as mesmas que ele usava com Paula e Hortencia e para elas qualquer jogada daria certo. Não consigo ver uma mudança no jogo brasileiro. O time joga do mesmo jeito, ganhando de quinze ou perdendo de um. Não tem uma jogada de segurança. Nada...  O Barbosa para o time é a mesma coisa da CBB para o basquete feminino: NULO!



Estamos sim no fundo do poço e mesmo que a equipe se classifique não consigo ver como poderemos sair daqui!

Brasil desperdiça vantagem de 18 pontos e precisa de milagre para avançar (UOL)

Link: aqui!

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Basquete Feminino repete no Rio um filme que sua torcida não suporta mais assistir



Era 20 de junho, quando resolvi gastar meu latim com a funérea seleção feminina de basquete.

Em um exercício de futurologia, assim descrevi o confronto com o Japão durante a Olimpíada:

"Depois de uma folga, a seleção faz jogo fundamental contra o Japão no dia 08. A promessa é que se encontre um time diferente daquele do Mundial de 2014 (vitória do Brasil por 79 a 56), revigorado pelo título continental, mas com altos e baixos nos amistosos preparatórios. As duas equipes devem se encontrar em amistoso antes do torneio, o que preocupa pela previsibilidade do jogo brasileiro."

Hoje enquanto assistia o jogo, eu não consegui nem me chatear, nem lamentar, nem sentir pena. Nada. Assisti meu "pessimismo" se tornar realidade, enquanto Barbosa e suas comandadas pareciam seguros no oba-oba das duas vitórias nos amistosos em Campinas.



Até o momento em que escrevo não encontro nenhuma declaração das derrotadas.

Mas da japonesa Tokashiki não poderiam vir palavras mais sensatas e reveladoras:

"Fizemos nosso jogo. Perdemos dois (amistosos), mas agora conseguimos. Nós aprendemos com aqueles dois jogos (em Campinas) para saber o que fazer para ganhar do Brasil. Foi por causa dos amistosos que conseguimos ganhar. Sentimos as brasileiras cansadas em alguns momentos, e aproveitamos esses momentos para dar mais intensidade no jogo ."

A seleção brasileira feminina pratica um basquete jurássico, em desacerto com o que se executa no mundo inteligente e/ou moderno.

O técnico Barbosa insiste em seus equívocos. Enquanto arrota seu otimismo neurolinguístico, segue praticando uma defesa zona constante e medíocre, roda pouco seu time, carrega jogadoras para decorar o banco, não surpreende, não muda... Ai, chega!

Do lado das jogadoras, também falta muita coisa.

Essa geração carece de uma absurda falta de liderança, que as três jogadoras mais experientes não conseguiram assumir.

A armadora Adriana, do alto de sua quinta Olimpíada, nunca se celebrizou por tal característica. Embore louve em entrevistas a liberdade que o comandante lhe oferece, pouco ela tem produzido a partir disso.

Liderança também não se encontra na pivô Érika, que até o momento não conseguiu compreender sua importância na equipe. Jogo iniciado, ela grita e comete faltas como se não houvesse mais outros três períodos. Foi uma defensora horrorosa tanto da australiana Cambage, como da nossa amiga japonesa Toka.

Tecnicamente melhor resolvida, a ala Iziane também não lidera. Não se nega aqui a disposição da veterana, mas enquanto as japonesas empurravam a vaca para o brejo, a maranhense corria rumo a cesta, ignorando o bom senso, as defensoras e as suas apáticas companheiras.

Completando o time titular, entendo a insitência dos Mestres Tarallo e Barbosa em tornar Damiris uma ala, quando o plano B é Palmira. Mas é duro pela segunda Olimpíada assistir esse processo cru e constatar que seja como ala ou pivô, os movimentos ofensivos desenhados para ela são os mesmos.

No meio desse caldeirão indigesto, Clarissa tenta se impor pela força e Joice pela raça. Acredito que ao menos ambas tem algo a oferecer. Pena que o time precisaria de um pouco a mais que isso.

O basquete feminino brasileiro fez uma escolha deliberada pela derrota, pelo atraso, pela preguiça e pelo improviso. É justo que pague agora pelo escolheu.

A tarde de hoje parece não oferecer saídas...

Brasil 66 x 84 Austrália


Depois de abrir uma vantagem de 12 pontos no início do segundo quarto (26 a 14) e fazer um bom primeiro tempo (39 a 35), a Seleção Brasileira Feminina de Basquete acabou superada pela Austrália por 84 a 66, na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A partida válida pelo grupo “A”, foi disputada na Arena da Juventude, em Deodoro, zona oeste do Rio, e teve como cestinha a ala Iziane Marques, com 25 pontos, cinco rebotes e duas assistências.

“Me recuperei de uma lesão (edema na panturrilha) que quase me tirou da Olimpíada e estou agradecida a Deus e à comissão técnica por estar aqui. Também estou muito feliz por poder jogar diante da torcida brasileira, é uma emoção muito grande. Posso garantir que estou 100% e pronta para ajudar nas próximas partidas. Eu trocaria ser a cestinha por uma vitória”, comentou Iziane.

Apesar da derrota para a Austrália, a ala está confiante na evolução da equipe nas próximas partidas e sabe o que precisa ser melhorado.

“No primeiro tempo trabalhamos muito bem a bola no ataque e fizemos uma excelente defesa. Na etapa final não soubemos controlar os nossos erros (28 no total) e as australianas se aproveitaram disso. Precisamos ter uma consciência nesses momentos ruins, talvez trabalhar melhor a bola. Apesar da derrota mostramos que temos condições de jogar de igual para igual e vamos buscar quatro vitórias nos próximos quatro confrontos”, completou.

Outros destaques da equipe nacional comandada pelo técnico Antonio Carlos Barbosa foram a ala-pivô Damiris Dantas (11 pontos, oito rebotes, uma assistência e duas recuperações de bola), a armadora Adrianinha Moisés (nove pontos, sete assistências e três rebotes) e a pivô Clarissa Santos (dez pontos, 13 rebotes, três assistências e duas recuperações de bola). As principais pontuadoras australianas foram Elizabeth Cambage (20 pontos), Leilani Mitchell (18) e Penny Tailor (17).

“Nosso time fez um primeiro quarto muito bom, eu diria perfeito. Na verdade conseguimos fazer tudo que estava programado. Mas começamos a ter muito erro de passe, todo mundo começou a entrar em desespero e isso não pode acontecer. Temos que aproveitar as coisas boas e corrigir os erros. Esse jogo de estreia já passou. Agora é descansar e voltar focado para o próximo jogo”, disse Damiris.

Apesar da derrota o técnico Barbosa ficou satisfeito com o desempenho da equipe e destaca que a diferença final de 18 pontos não reflete o equilíbrio que foi a partida.

“A nossa maior dificuldade foi manter a regularidade durante os 40 minutos. Se contra uma equipe como a da Austrália você não consegue manter um padrão de equilíbrio, acaba sendo fatal. Nós fizemos um primeiro tempo excepcional, ainda conseguimos jogar um pouquinho no terceiro quarto, retomamos o jogo novamente e aí cometemos uma série de erros. O positivo foi que nossa equipe soube defender bem e jogou com personalidade. A verdade é que jogamos contra a grande seleção do grupo e elas sentiram que poderiam ter feito um jogo até melhor”, avaliou Barbosa.

O Brasil volta à quadra na próxima segunda-feira (8), às 17h30 de Brasília, para enfrentar o Japão. Na sequência da competição, as brasileiras terão como adversários três seleções classificadas no Pré-Olímpico Mundial: Bielorrússia (9, às 15h30), França (11, às 15h30) e Turquia (13, às 15h30).

A fase de grupos será disputada na Arena da Juventude, em Deodoro, zona oeste do Rio de Janeiro. A partir das quartas de final, o basquete feminino terá seus jogos na Arena Carioca 1, na Barra da Tijuca.

Tatiane Pacheco – A atleta Tatiane Pacheco se apresentou com um quadro de estafa física na manhã deste sábado (6). A ala da Seleção Brasileira foi examinada pelo médico da seleção, Dr. Jorge Luiz Oliva, que a encaminhou para a realização de exame de sangue na Policlínica da Vila Olímpica. A atleta foi poupada da partida contra a Austrália e permanece em repouso.

Destaques:



BRASIL (24 + 15 + 14 + 13 = 66) 

Adrianinha (9pts, 3reb e 7assist), Iziane Marques (25pts, 5reb e 2assist), Damiris Amaral (9pts, 8reb, 1assist e 2recup de bola), Clarissa Santos (10pts, 13reb, 3assist e 2recup de bola) e Érika de Souza (3pts, 1reb e 1assist). Entraram: Palmira Marçal (3pts e 3assist), Kelly Santos (4pts e 1reb), Joice Rodrigues (2reb, 1assist e 1recup de bola) e Nádia Colhado (3pts). Técnico: Antonio Carlos Barbosa.

AUSTRÁLIA (14 + 21 + 22 + 27 = 84)

Forma de Disputa

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as 12 seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada chave se classificam para as quartas de final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam a semifinal e final.

Jogos Olímpicos Rio 2016
Local: Arena da Juventude (Deodoro) e Arena Carioca 1 (Barra da Tijuca)
Data: 6 a 21 de agosto

Grupo “A”
Austrália, Brasil, Japão, França, Bielorrússia e Turquia.
Grupo “B”
Canadá, Estados Unidos, Senegal, Sérvia, China e Espanha.

1ª Fase dos Jogos Olímpicos

- Sábado (6 de agosto)

Turquia 39 x 55 França; China 68 x 90 Canadá; Brasil 66 x 84 Austrália e Bielorrússia 73 x 77 Japão.

- Domingo (7 de agosto)
Estados Unidos 121 x 56 Senegal; Sérvia 65 x 59 Espanha; Austrália 61 x 56Turquia e França 73 x 72 Bielorrússia.

- Segunda-feira (8 de agosto)
Espanha 63 x 101 Estados Unidos; Canadá x Sérvia (14h15); Japão x Brasil (17h30); Senegal x China (19h45).

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Brasil estreia contra a Austrália no sábado na Olimpíada do Rio



A Seleção Brasileira Adulta Feminina estreia neste sábado (dia 6), às 17h30 de Brasília, nos 31º Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. O primeiro adversário da equipe comandada pelo técnico Antonio Carlos Barbosa, a Austrália, medalha de bronze nos Jogos de Londres 2012, é um antigo conhecido do time brasileiro. As duas seleções se enfrentaram seis vezes na história da competição com seis vitórias das australianas. O último confronto foi em Londres e a campeã da Oceania venceu por 67 a 61.

“Há duas maneiras de você enxergar o jogo contra a Austrália. O retrospecto é totalmente negativo, a conquista de uma medalha da seleção australiana é dada praticamente como certa, mas não vejo muito assim. É melhor você sair jogando na estreia com aquela equipe que você avalia como uma possível derrota do que jogar com ela no final, tendo que vencer para garantir a classificação à próxima fase. Jogar contra a Austrália é bom por um lado, você quebra o gelo da competição, prepara a equipe para os outros confrontos. Então acho que não é ruim”, comentou Barbosa, medalha de bronze em Sydney 2000 e quarto colocado em Atenas 2004..

Na sequência da competição, as brasileiras terão como adversários o Japão, campeão asiático (dia 8, às 17h30), e as outras três seleções classificadas no Pré-Olímpico Mundial: Bielorrússia (9, às 15h30), França (11, às 15h30) e Turquia (13, às 15h30). A fase de grupos será disputada na Arena da Juventude, em Deodoro, zona oeste do Rio de Janeiro. A partir das quartas de final, o basquete feminino terá seus jogos na Arena Carioca 1, na Barra da Tijuca.

Forma de Disputa

De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as 12 seleções jogam entre si nos seus respectivos grupos. As quatro primeiras colocadas de cada chave se classificam para as quartas de final nos seguintes cruzamentos: A1 x B4, A2 x B3, B1 x A4 e B2 x A3. Os ganhadores disputam a semifinal e final.

BRASIL na Olimpíada

A seleção brasileira estreou nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha (1992), quando ficou em sétimo lugar. Desde então, as brasileiras estiveram presentes em todas as edições da Olimpíada. Em Atlanta, nos Estados Unidos (1996), as meninas do Brasil conquistaram a medalha de prata e, em Sydney, na Austrália (2000), ficaram com o bronze. Em Atenas, na Grécia (2004), o Brasil chegou na fase semifinal e terminou na quarta posição. Em Pequim 2008 e Londres 2012, as brasileiras terminaram em 11º e nono lugares, respectivamente.

Participação das Atletas

Adrianinha – 121 pontos em 19 jogos – Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012
Clarissa dos Santos – 63 pontos em 5 jogos – Londres 2012
Damiris Amaral – 20 pontos em 5 jogos – Londres 2012
Érika de Souza – 130 pontos em 12 jogos – Atenas 2004 e Londres 2012
Isabela Ramona – Estreia
Iziane Marques – 120 pontos em 8 jogos – Atenas 2004
Joice Rodrigues – 21 pontos em 5 jogos – Londres 2012
Kelly Muller – 111 pontos em 18 jogos – Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008
Nádia Colhado – 6 pontos em 4 jogos – Londres 2012
Palmira Marçal – Estreia
Tainá Paixão –Estreia
Tatiane Pacheco – Estreia

Confrontos com adversários da 1ª fase

Brasil 0 x 6 Austrália
2000 (Sydney) – 70 x 81 e 52 x 64 (semifinal)
2004 (Atenas) – 66 x 84 e 75 x 88 (semifinal)
2008 (Pequim) – 65 x 80
2012 (Londres) – 61 x 67

Brasil 1 x 0 Bielorrússia
2008 (Pequim) – 68 x 53

Brasil 0 x 2 França
2000 (Sydney) – 70 x 73
2012 (Londres) – 58 x 73

Brasil 2 x 0 Japão
1996 (Atlanta) – 100 x 80
2004 (Atenas) – 128 x 62

Brasil x Turquia
Nunca se enfrentaram na Olimpíada.

QUADRO DE MEDALHAS
Ano – Cidade – País – Ouro – Prata – Bronze – Brasil

1976 – Montreal – Canadá – União Soviética – Estados Unidos – Bulgária – Não se classificou
1980 – Moscou – União Soviética – União Soviética – Bulgária – Iugoslávia – Não se classificou
1984 – Los Angeles – Estados Unidos – Estados Unidos – Coreia – China – Não se classificou
1988 – Seul – Coreia – Estados Unidos – Iugoslávia – União Soviética – Não se classificou
1992 – Barcelona – Espanha – CEI – China – Estados Unidos – 7º lugar
1996 – Atlanta – Estados Unidos – Estados Unidos – BRASIL – Austrália
2000 – Sydney – Austrália – Estados Unidos – Austrália – BRASIL
2004 – Atenas – Grécia – Estados Unidos – Austrália – Rússia – 4º lugar
2008 – Pequim – China – Estados Unidos – Austrália – Rússia – 11º lugar
2012 – Londres – Inglaterra – Estados Unidos – França – Austrália – 9º lugar

Isabela Ramona se transfere para o basquete espanhol após Olimpíada

Depois da estreia em Olímpiadas nos Jogos do Rio, a ala Isabela Ramona terá novo destino.

A ala campeã da LBF com a camisa do Sampaio terá sua primeira experiência internacional no Zamarat, da Espanha.

Trata-se de um time jovem e modesto, que encerrou a temporada passada da Liga Espanhola na décima primeira posição. O clube já tem acertada uma outra ala: a americana Shereesha Richards, com carreira destacada no basquete universitário, mas que acabou não confirmando seu virtual favoritismo no último draf da WNBA.

Basquete feminino da França perde sua principal estrela para Rio-2016



A seleção feminina de basquete da França sofreu uma baixa de peso para os Jogos do Rio. Nesta quinta-feira, a Federação Francesa de Basquetebol anunciou que a armadora Céline Dumerc foi cortada da equipe que vai atuar na competição após sofrer um entorse no tornozelo durante um treino.

Dumerc se contundiu no treino da última quarta-feira da seleção francesa. E os exames médicos realizados posteriormente pela jogadora confirmaram a gravidade do problema, determinando que ela não terá condições de se recuperar a tempo da disputa da Olimpíada.

Diante da ausência de Dumerc, que também é a capitã da seleção da França, a técnica Valérie Garnier optou pela convocação de Amel Bouderra, que participou da fase inicial de preparação para a Olimpíada, para os Jogos do Rio.

Dumerc foi decisiva para a seleção francesa conquistar a medalha de prata na Olimpíada de Londres, em 2012, quando também foi eleita a melhor jogadora do basquete europeu.

Sem Dumerc, a França será uma das adversária da seleção brasileira no Grupo A do torneio de basquete feminino da Olimpíada, em duelo marcado para 11 de agosto. Turquia, Bielo-Rússia, Austrália e Japão são as outras equipes que compõem a chave.

Fonte: Folha Vitoria

Técnico da seleção brasileira de basquete admite que time está abaixo das rivais



RIO— Ciente de estar atrás das concorrentes diretas, a seleção brasileira feminina de basquete fez seu último amistoso antes da estreia no Rio-2016, no próximao sábado, contra a Austrália, pelo Grupo A, na Arena Juventude, em Deodoro. Na manhã desta quarta-feira, o Brasil venceu a China por 73 a 66, no Parque dos Atletas. Na terça-feira, a equipe havia perdido para a Sérvia, por 80 a 71. 

Porém, há muitos ajustes a serem feitos pelo técnico Antônio Carlos Barbosa. Ele reconhece que a preparação brasileira foi aquém da esperada. 

— O time ainda está irregular, alternando bons e maus momentos. Isso é uma situação que temos que conviver com ela, tentar atenuar ao máximo possível essa instabilidade. É consequência de não termos tido uma sequência de jogos, os outros times fizeram mais jogos e já estão mais longe. Por isso, ainda não temos uma estabilidade tática, técnica, que só se alcança com sequência de amistosos. É ali que vai corrigindo os problemas. Mas vamos chegar numa situação razoável para que possamos fazer uma boa Olimpíada — disse Barbosa,

Do lado oposto dos EUA, o Brasil quer fugir do quarto lugar no grupo, pois as americanas provavelmente vão terminar em primeiro da chave B. O caminho não é fácil. Além da Austrália, estão no grupo Japão, Bielorrússia, França e Turquia. Destes, as adversárias mais fracas são as japonesas. 

— Ainda podemos calibrar melhor o time até a estreia - disse a ala Palmira, uma das cestinhas do amistoso, com 17 pontos. 

Nesta quarta-feira, a seleção ainda treinou na Arena Juventude, em Deodoro, antes de apresentar oficialmente os uniformes.

Fonte: O Globo

Iziane: "Nem que eu jogue com uma perna só, mas eu vou jogar essa Olimpíada."



Principal referência da seleção brasileira feminina de basquete, a ala Iziane ainda é dúvida para a Olimpíada. A veterana, de 34 anos, está se recuperando de uma lesão panturrilha direita e, nesta segunda-feira, no Parque dos Atletas, fez seu primeiro treino com bola em 17 dias. A atividade ainda foi leve para ela, sem contato com as companheiras.

De acordo com o médico da seleção, Jorge Oliva, a ala está sendo avaliada diariamente.

"Ela respondeu muito bem às duas primeiras semanas de treinamento. Na sexta, já fez movimentos sem dor. A tendência é evoluir. A gente vai avaliando dia a dia. Dependendo da resposta, ela pode estar apta para treinar já esta semana", disse Oliva.

A participação na Olimpíada ainda não é certa, mas o técnico Antonio Carlos Barbosa, ao que parece, não se importa de correr esse risco. "Vai depender do que ela apresentar. Eu acredito que não [será cortada]. Fizemos um trabalho bem racional, com muita calma", avalia Barbosa.

O planejamento é para que Iziane volte a tempo da estreia da seleção brasileira no Olimpíada, sábado à tarde, contra a Austrália, na Arena da Juventude, em Deodoro. Mesmo se ela só puder jogar na segunda rodada, Barbosa prefere mantê-la no grupo. "O campeonato não termina na primeira rodada. Uma jogadora que é titular você tem até que correr riscos."

Já Iziane, que foi cortada da seleção em 2012 já em Londres, depois de ter levado o namorado para o quarto do hotel onde o Brasil estava hospedado, desta vez nem cogita ficar fora dos Jogos Olímpicos. "Nem que eu jogue com uma perna só, mas eu vou jogar essa Olimpíada", garante.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Basquete feminino do Brasil não tem mais para onde afundar, diz técnico (Conteúdo Estadão)

Antonio Carlos Barbosa evita dizer com todas as letras que o basquete feminino do Brasil chegou ao fundo do poço. Mas o técnico da seleção não nega que pense assim. Com apenas seis clubes jogando a Liga de Basquete Feminino, um número reduzido de atletas profissionais e sem campanhas expressivas da seleção há dez anos, a modalidade já não vê mais luz no fim do túnel.
"Acho que não tem para onde afundar mais. Chegou já numa situação muito ruim em termos de clube, poucos clubes, não tem mais para onde ir", opina Barbosa, de 71 anos, técnico do Brasil nos Jogos Olímpicos de 2000 (bronze) e 2004 (quarto lugar) e, agora, em 2016. "Não vou chamar de fundo do poço, só não tem para onde descer", diz.
Chamado apenas no fim do ano passado para comandar a equipe no Rio-2016, Barbosa não acredita que, na Olimpíada, estará em jogo o futuro do basquete feminino no Brasil. Mesmo em caso de um bom resultado, o investimento não será significativo nem chegará tão cedo. Se a campanha for ruim, não há muito o que se perder.
"Não vai mudar. O investimento do Santo André, do Americana, do Sampaio Corrêa, do Sport, do Presidente Venceslau não depende do que acontecer aqui. O que pode, se for muito bem, é surgir alguns, mas não imediatamente", aposta o treinador.
Para ele, a situação não é novidade. O basquete feminino do Brasil, diz Barbosa, nunca teve investimentos. "Já tivemos momentos ruins como esse. Em 1994, quando ganhamos o Mundial, não tinha nem Campeonato Brasileiro. O feminino sempre viveu de sobressaltos. O investimento sempre foi em cima de nomes."
Ainda de acordo com Barbosa, o problema não é falta de mão de obra, ainda que os seis clubes profissionais do País não empreguem muito mais do que 50 jogadoras. "Temos jogadoras boas. O time do Brasil no sub-18 foi vice-campeão da Copa América. Com toda essa crise temos as equipes de base. O problema sempre foi investimento nos clubes."

Fonte: MassaNews

Brasil vence China em último amistoso antes da estreia olímpica. Palmira se destaca



Depois de ser cortada às vésperas do Mundial de 2006, em São Paulo, e dos Jogos de Londres 2012, Palmira Marçal pensava que a sua história com a seleção brasileira de basquete havia terminado. Após quatro anos afastada, a ala-armadora de 32 anos e 1,73m voltou a ser convocada em janeiro deste ano pelo técnico Antonio Carlos Barbosa, justamente, o primeiro que a levou para defender a amarelinha, ainda na época nas categorias de base. Hoje, a atual campeã da Liga de Basquete Feminino (LBF) pelo Sampaio Corrêa é uma peça-chave na campanha do Brasil na Olimpíada, seja na defesa ou nos contra-ataques rápidos. A paranaense leva perigo nas bolas de três e será uma arma do time, conforme provou na vitória sobre a China por 73 a 66, nesta quarta-feira, no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca. Palmira foi uma das cestinhas do amistoso, com 15 pontos, ao lado da ala-pivô Damiris Dantas. 

- O Barbosa dá confiança a todas as jogadoras da mesma maneira, algumas ele já conhece de longa data, como é o meu caso, conhece já as minhas bolinhas de fora. Tudo vai acontecendo de forma natural. É saber aproveitar a oportunidade, dar uma calibradinha... Lá em Campinas, estávamos treinando muito chute. Fui cortada antes do Mundial porque tive uma lesão na coluna, mas eu queria cortar se fosse para ajudar. Não deu para ficar, veio outra menina que estava de prontidão. Depois, voltei, disputei o Pré-Olímpico, o Pan de Guadalajara, fui convocada para Londres 2012 e fui cortada, mas, infelizmente, faz parte da vida do atleta. Estou tendo uma segunda oportunidade, acho que se tivesse outro técnico eu não estaria aqui, mas são chances dadas que temos que agarrar com as duas mãos. Espero contribuir ao máximo - contou Palmira.

O jogo-treino foi um importante teste para a seleção brasileira, que estreia na Rio 2016 neste sábado, às 17h30 (de Brasília), contra a Austrália. O técnico da China, o australiano Tom Maher, foi o responsável por transformar o estilo de jogo das asiáticas, que tornou-se semelhante ao de seu país de origem. Ele dirigiu a China em Pequim 2008 e levou a equipe ao quarto lugar. Em 2012, era o técnico da seleção da Grã-Bretanha, que terminou em 11º, antes de voltar à China.

- Esse tipo de jogo é bom para relembrarmos alguns detalhes e nos ajuda a chegarmos no nosso melhor nível. A Olimpíada é um Mundial, há muitos campeões mundiais no Rio. Faz tempo que a gente não ganha do Canadá. Temos uma missão difícil na estreia. Quanto mais experiente, mais confiança você tem. Estamos preparados. Fizemos um trabalho duro. Estou indo para a sexta Olimpíada. Espero que seja um dos momentos mais especiais. Nossa missão é jogarmos o nosso melhor. Eu tenho a ideia de que, se jogarmos o nosso melhor, poderemos conquistar algumas vitórias para passar de fase. É o nosso objetivo - comentou o técnico da China.

Maher disputa a sua sexta Olimpíada e acumula duas medalhas nos Jogos. Foi ele quem colocou a Austrália pela primeira vez no pódio do basquete feminino nos Jogos Olímpicos, em Atlanta 1996, quando a equipe conquistou a medalha de bronze. Em Sydney 2000, ajudou as australianas a conquistarem a prata. Atualmente, o país é uma das maiores potências da modalidade e busca no Rio de Janeiro o seu sexto pódio olímpico consecutivo.

O Barbosa estava dando bronca ali na gente em algumas bolas, pois eles passam a bola e continuam, é um jogo bem parecido com o da Austrália. Se tivermos mais atenção, vamos surpreender na estreia contra a Austrália de uma forma positiva - analisou Palmira. 

Natural de Reserva no Paraná, a atleta mudou-se ainda criança para Matão, no interior de São Paulo, e deu os primeiros passos no esporte aos sete anos no atletismo. Fazia um pouco de tudo, mas passava a vida correndo pelos cantos. 

- Comecei no atletismo e só depois no basquete. Quando descobri que poderia correr com a bola na mão, abandonei o atletismo, fiquei no basquete, migrei para algumas cidade, Guarulhos, Bauru, fui para a Espanha, fiquei muitos anos em Catanduva, Recife, Americana, Ourinhos e agora estou no Maranhão pelo segundo ano seguido. Costumo ter sempre uma adaptação muito rápida em todos os lugares que eu vou. Jogo basquete há 25 anos - revelou a ala-armadora. 

- Depois quer eu saí em Londres, eu pensaria que não retornaria mais para a seleção. Estava mais tranquila, mas, com essas reviravoltas que o basquete dá, estou aqui de novo. Muita gente não está acreditando no Brasil, mas acho isso até bom, pois tira um pouco da pressão e dá ainda mais vontade para mostrar que podemos muito mais do que todos acreditam. Estamos acreditando muito. Ontem, perdemos por uma diferença de nove pontos o amistoso contra a Sérvia, por alguns errinhos, mas é com essa energia que a gente vem. Não há nenhum jogo impossível de ganhar nos Jogos Olímpicos - completou. 

O Brasil está no grupo A da Olimpíada. Após a estreia contra a Austrália, o time comandado por Barbosa enfrenta o Japão (8), campeão asiático, Belarus (9), França (11) e Turquia (13).

Fonte: Globo Esporte