quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Olhar para frente


Após a traumática participação do Brasil na AmeriCup, ainda estamos digerindo a não classificação da seleção brasileira para o Campeonato Mundial, algo que não acontecia desde 1959. Por hora só nos resta juntar os cacos e olhar para frente. A CBB precisa planejar algo de concreto para compensar essa ausência das competições internacionais e diminuir a enorme defasagem que exite entre as meninas da seleção brasileira em relação às atletas das outras seleções. A tão prometida excursão pela Europa poderia finalmente sair do papel. Que tal estabelecer como meta  jogar em 2018 o mesmo número de partidas internacionais que a seleção brasileira faria caso se classificasse para o Mundial? Que tal  pegar o telefone desde agora e se oferecer para participar de jogos e torneios amistosos durante a preparação das seleções europeias classificadas para o Mundial da Espanha? Se deixarmos para fazer isso às vésperas do Mundial, todas as seleções estarão com a agenda lotada, porque diferente do Brasil, as Confederações dos outros países, em sua maioria se planejam com antecedência. Obviamente estou sugerindo uma seleção brasileira formada por atletas que precisam ganhar experiência, mas acho que é bom deixar claro.

A LBF está fazendo a sua parte. Está marcado para o próximo dia 22 de agosto um meeting com os clubes interessados em participar da LBF 2018. Na semana passada, o presidente Ricardo Molina informou em suas redes sociais que além dos clubes tradicionais, sete novos clubes se inscreveram para participar do encontro  e foi enfático: ‘A LBF CAIXA 2018 começa no dia 08 de Janeiro. Faltando cerca de 4 meses " cravo" a certeza que nesta edição não teremos menos de 10 equipes!’.

Vale lembrar que, as grandes revelações da seleção brasileira na Copa América, Raphaella Monteiro e Letícia Rodrigues vão jogar no Clube União Sportiva Ponta Delgada, que disputa a primeira divisão em Portugal. Além delas, Clarissa jogará na Hungria, Erika, Nádia e Ramona na Espanha, totalizando até o momento seis atletas brasileiras em ligas europeias na próxima temporada que vai até meados de março de 2018.


Confirmado esse número de 10 equipes na LBF 2018, podemos considerar no mínimo mais trinta atletas brasileiras em atividade em relação à última LBF. Aumentando o número de equipes, vamos aumentar o número de praticantes e o número de jogos. Da quantidade se extrai qualidade, a prática leva à perfeição. 

Hortência e Paula participam de exposição sobre o Pan de 1987

Link: aqui!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

A evidente decadência do basquete feminino diante da comparação com o vôlei



No último dia 06 de agosto a seleção feminina de basquete iniciou sua fatídica campanha na AmeriCup (nome invocado com o qual a FIBA rebatizou a mesma Copa América de sempre).

Nesse mesmo dia - um pouco mais cedo - a seleção feminina de vôlei bateu a Itália para conquistar o título do Grand Prix de Vôlei, o décimo segundo da sua história.

As seleções femininas de vôlei e basquete ascederam internacionalmente na mesma época. Embora o basquete já houvesse provado um podium em 1971 (bronze no Campeonato Mundial, com finais disputadas num lotado Ginásio do Ibirapuera, SP), as conquistas maiores vieram na década de 90.

Vinte e três anos depois, a seleção feminina ficou com o ouro no Campeonato Mundial (Austrália) e o mesmo Ibirapuera se encheu para assistir a prata da seleção feminina de vôlei no Campeonato Mundial.

Em 1996, o basquete conquistou a medalha de prata em Atlanta e o vôlei, a de bronze. Quatro anos depois em Sydney, as duas modalidades foram bronze. Mais tarde em Pequim (2004), novamente repetiram a colocação: quarto lugar.

De lá pra cá, os rumos se distanciaram. Enquanto o vôlei chegou ao bi-campeonato olímpico (2008 e 2012), o basquete repete vexame após vexame em torneios internacionais.

O que será que separa hoje essas duas modalidades que andaram em posições tão próximas há pouco? Modalidades praticadas por mulheres no mesmo país, que tem seus problemas e que compartilham do mesmo ambiente de corrupção em suas federações? O que as diferencia?

Enquanto o vôlei aproveitou o período de criação de ídolos (Ana Moser, Fernanda Venturini) para criar outros (Jaqueline, Mari, Sheila), o basquete não aproveitou o reinado de Paula e Hortência e se apequenou desde a aposentadoria de Janeth.

Enquanto o vôlei feminino esteve sob o comando de dois dos maiores técnicos esportivos do mundo (Bernardinho e José Roberto Guimarães), o basquete feminino sufocou uma nova geração de técnicos, entre eles os promissores Paulo Bassul, Branca e Janeth.

Tão mesquinho o basquete mal consegue ceder  posição de honra à Maria Helena Cardoso, a maior treinadora da história do país, e personagem que faz a ponte entre as conquistas das décadas de 70 e 90.

Sem constrangimento o vôlei consegue manter um abiente de saudável competitividade. Junto dos técnicos das seleções foram formados outros profissionais, que dirigem com competência os clubes daqui e de fora, bem como outras seleções.

No basquete, as condições de trabalho e formação são tão amadoras, que o atual técnico Carlos Lima declarou humildemente ao assumir a seleção que gostaria de "ter condições de fazer cursos no exterior".

Entre as atletas a diferença é também brutal. O ambiente do vôlei é competitivo, ávido pela renovação. Uma atleta, no vôlei feminino, tem mais dificuldade em se manter apenas pelo seu nome ou currículo. Cadeira cativa não é regra.

No basquete, o clima de ócio impera. Há pouco estímulo para a evolução. E na maioria das vezes ela não acontece. Jogadoras são mantidas em clubes ou na seleção por questões pessoais, íntimas, ao limite da decadência técnica, do envelhecimento, e mesmo que seu histórico seja ruim ou que seus números na temporada passada não convençam.

Do ponto de vista da atitude a diferença é também tremenda.

Fora de quadra, as meninas do vôlei já se envolveram em um boicote ao treinador Marco Aurélio Motta, em 2002. Atualmente processam a Confederação Brasileira pela exigência do ranqueamento. No basquete, o "patriotismo" impede medidas semelhantes.

Dentro de quadra, a postura também diverge.

A seleção de vôlei teve momentos difíceis durante o Grand Prix, chegou a perder da Tailândia e a depender dos adversários para sua sobrevida na competição. Nada disso impediu que o time se reinventasse e tivesse força para surpreender e convencer no momento seguinte.

Já há algum tempo a seleção de basquete entra em quadra derrotada. Se é difícil jogar basquete com fundamentos precários, mais difícil é acompanhar o nível de degradação desses fundamentos medíocres quando sob a interferência de ansiedade, medo, baixos níveis de concentração e confiança.

Poderia listar várias outras diferenças entre esses dois esportes, que explicam o sucesso de um e o fracasso de outro.

Talvez observando o sucesso do vizinho o basquete possa recohecer seus erros e a necessidade urgente de mudança.

Pode ser, no entanto, que prefira continuar sentado dentro de casa, engordando, sem treinar, e maldizendo assim enquanto mastiga alguns biscoitos: "É que as mais altas vão pro vôlei!'.

Rodízio de técnicos e geração esquecida: basquete feminino no fundo do poço

Matéria aqui.

Presidente da CBB culpa gestão passada pelo fiasco da seleção feminina

Matéria aqui.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

É hora de renovar. E alguns nomes a CBB não poderá esquecer

Não adianta ficar chorando o leite derramado. É hora de trabalhar já visando os Jogos Olímpicos de Tóquio (2020) e Paris (2024).

E alguns erros que se repetem há alguns anos precisam ser corrigidos.

Após os jogos olímpicos de 2012, entendendo que a geração anterior já havia esgotado, a CBB resolveu realizar um trabalho de renovação, sob o comando do técnico Zanon.

No entanto, não foi oferecido o intercâmbio que era constantemente prometido pelo então diretor técnico Vanderlei. E às vésperas da Rio, a CBB entendeu que com a geração anterior aliada a técnico experiente (porém defasado) seria a solução para fazer bonito em casa. Deu no que deu.

O mesmo erro aconteceu agora na famigerada AmeriCup, que terminou ontem com o maior fracasso do basquete feminino brasileiro nos últimos trinta anos: A insistência em jogadoras em idade avançada ou jogadoras que entraram no processo de renovação proposto entre 2013 e 2015 e que nunca renderam NADA na seleção.

É preciso bom senso e imparcialidade da equipe técnica para saber convocar as jogadoras que estão em um melhor momento.

Sabemos que a LBF é um torneio fraco tecnicamente. Então, como convocar uma jogadora que teve uma temporada medonha? Não dá pra levar apenas as jogadoras que são da patota do técnico.

Será mesmo que Mônica, Leila e Joice Coelho não foram bem suficientemente na LBF para sequer serem convocadas?

Mas como disse, não adianta chorar o leite derramado.

Agora é hora de pensar (novamente) em renovação e oferecer uma estrutura adequada para o desenvolvimento das atletas (e isso inclui amistosos de qualidade).

A CBB precisa levar essas meninas para jogarem, no mínimo, dez amistosos na Europa todo o ano, leva-las para participarem de clinicas nos EUA (como era feito com as seleções de base na época em que Hortência era diretora).

Mais que isso: precisa dar espaço para jogadoras jovens que estão aparecendo (ou será que vamos até 2024 com Ega, hein seu Barbosa?).

Por que mais que a base tenha sido negligenciada na última década, alguns bons valores merecem ser acompanhados de perto: Gabriela Guimarães, Aline Moura, Lays da Silva, Babalú Ugwu, Raphaella Marciano, Izabella Nicoletti, Raphaela Monteiro, Letícia Rodrigues, Maíra Horford, Vitória Marcelino, entre outras.

Não podemos nos esquecer da geração que foi bronze no Mundial Sub-19 em 2011. Damiris, Ramona, Joice Coelho, Cacá e Tássia foram titulares em suas equipes na última temporada e tiveram um bom rendimento. Não dá simplesmente para descartar estas jogadoras.

Gostem ou não, estes nomes ao lado de Clarissa e Nádia são o futuro da seleção.

Material humano nós temos. Só nos resta saber se a CBB ainda tem interesse no basquete feminino.

Que a CBB fique atenta, ou num futuro próximo nem para a Copa América a seleção se classificará mais.

domingo, 13 de agosto de 2017

E agora?

A seleção está fora do Mundial de 2018. E agora?

Haverá seleção brasileira em 2018? Apenas para a disputa do Sul Americano?

Será que finalmente se materializará a lenda de "levar as meninas para a Europa, para dar bagagem internacional"? Ou será mais uma vez falácia do Barbosa?

E se de fato ocorrer essa excursão, será que alguma seleção se disponibilizará a jogar contra a nossa "fortíssima" seleção?

Coincidência ou não, o site da CBB saiu do ar no dia da derrota para as Ilhas Virgens e não voltou mais. Providencial, não é mesmo?

Nas redes sociais da mesma CBB, só se fala dos treinos da seleção masculina. Nada mudou, não é mesmo?

A LBF está calada.

Mas tanto faz né, ninguém liga para o basquete feminino. Nem mesmo aquelas que vivem disso.

Seleção Brasileira está fora do Mundial

Resultado de imagem para basquete Luto


Parabéns a todos os envolvidos pela proeza!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Brasil perde para Argentina, mas avança em 2º na chave na Copa América

Matéria aqui.
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Nota:

Do jeito que a seleção está jogando, melhor nem ir para o Mundial, para perder de Mali, Senegal.

Ou os envolvidos com o basquete feminino saem da passividade (cobrando maior ação da CBB e dos clubes, e maior empenho das jogadoras), ou o basquete feminino brasileiro acabará em 2018.

Depois não adianta reclamar que ninguém patrocina, não tem apoio da mídia, do público...

É agora ou nunca.

Algozes do Brasil, Ilhas Virgens têm quatro jogadoras de vôlei na seleção de basquete

Matéria aqui.

(Talvez seja o caminho para a seleção brasileira, para ver se as coisas melhoram)

Colombia vence Venezuela e classifica Brasil para as semifinais da Copa America

Depois de ser derrotada por 21 pontos na estreia, a selecao da Colombia vence o "classico" contra a Venezuela e classifica o Brasil para as semifinais da Copa America.

Com a vitoria, o time de Mosquera chega as mesmas 2 vitorias e 2 derrotas da selecao de Ilhas Virgens; mesma situacao que o Brasil se encontrara caso perca seu jogo contra a Argentina. Neste caso, o desempate sera no saldo de pontos entre as tres equipes, e ai, gracas a vitoria citada no inicio desse texto, a selecao brasileira e beneficiada.

A partida comecou bastante equilibrada com os times se alternando na lideranca. No final do 1o tempo, as colombianas venciam por 31 28.



Lideradas por Mabel Martinez e Tathiana Mosquera, a selecao colombiana voltou melhor do intervalo, quando conseguiu abrir 10 pontos. Mas como um bom confronto entre selecoes rivais, essa diferenca oscilou durante boa parte do 3o periodo.



O ultimo periodo iniciou com com a diferenca mantida em 10 pontos pro Colombia. As venezuelanas ainda ensaiaram uma reacao (a diferenca chegou a cair para 2 pontos faltando 5 min), mas com arremessos 2 certeiros de Martinez e um lance livre da pivo Prens, as colombianas voltaram a zona de conforto (8 pontos).

No ultimo minuto a Venezuela reagiu mais uma vez, mas nao o suficiente para vencer.



Final Colombia  62 x 59 Venezuela.

Brasil entra em quadra as 21.05h para buscar o 1o lugar do grupo A.




Nas primeiras partidas do 4o dia de Copa America, vitorias de Canada e Cuba

Abrindo o 4o e decisivo dia da Copa America 2017, Canada venceu a selecao do Paraguai.
Depois de um 1o tempo "apertado" (41 x 37), as comandadas de Lisa Thomaidis confirmaram seu favoritismo vencendo por 86 x 64 avancando invictas as semifinais de sabado.





No segundo jogo do dia, Mexico e Cuba lutaram pela primeira e unica vitoria no torneio. O time de Casanova, cestinha com 16 pts, foi superior nos periodos finais fechando a partida em 62 x 51. Ambos os times ja estavam eliminados precocemente.

As 18.35h Colombia e Venezuela se enfrentam no ginasio das Obras Sanitarias, e em caso de vitoria venezuelana, o Brasil ja entrara em quadra,  no jogo seguinte, classificado.

Brasil e Argentina fazem o ultimo jogo da fase de classificacao, as 21.05h

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Argentina faz sua parte e vence a Colombia

Argentina vence Colômbia por 70 a 47. Brasil pode entrar em quadra amanhã já classificado, caso as colombianas vençam a Venezuela na partida das 18.35h. Caso contrário, as brasileiras precisarão vencer as donas da casa. Neste caso sairiamos em 1o do grupo.



Com a contusao da pivo Sofia Aispurua, a pontuacao do time argentino ficou concentrado nas armadoras e alas. Das 70 pontos, apenas 15 foram das pivos, enquanto 55 foram das demais jogadoras. Talvez ai o caminho para conseguir uma vitoria amanha.

Brasil x Argentina, as 21.35h desta quinta feira dia 10 de agosto.

Apos derrota para Ilhas Virgens, Brasil faz contas e cogita possibilidades para sua classificacao

Depois da derrota para Ilhas Virgens, o Brasil passa a cogitar diversas possibilidades para alcancar sua classificacao para as semifinais da Copa America. Vamos aqui tentar explanar algumas delas:




1. BRASIL VENCENDO A ARGENTINA - Vencendo a Argentina, o Brasil classifica em 1o lugar do grupo independente de outros resultados.


2. BRASIL PERDENDO DA ARGENTINA - Caso a selecao perca amanha para a Argentina, o Brasil classifica se:



  • 2.1 - Argentina vencer hoje a Colombia, e esta vencer a Venezuela amanha. Teriamos um triplice empate e o Brasil entraria com saldo de 14. 

  • 2.2 Colombia venca hoje a Argentina e perca amanha para a Venezuela, forma tambem um triplice empate com Brasil e Ilhas Virgens.

  • Se a Colombia vencer hoje e vencer tambem amanha, o Brasil tem que vencer a Argentina. 

  • Se a Colombia perder hoje e amanha, Brasil precisa tambem ganhar da Argentina, senao entra Argentina e Ilhas Virgens.


Brasil perde para Ilhas Virgens e complica sua situacao na Copa America

Depois de uma boa vitoria sobre a Colombia, o Brasil fez um pessimo jogo na tarde desta quarta feira e perdeu, na prorrogacao (tempo normal 58 x 58), para a selecao de Ilhas Virgens pelo placar de 67 x 60.




Numa partida onde o time nao se encontrou, foram 33% de aproveitamento nos arremessos de quadra (17% nos 3 pontos), 23 erros, alem de bandejas e bolas faceis perdidas em momentos decisivos.


Raphaela Monteiro foi a cestinha e reboteira do Brasil com 15 pontos e 9 rebotes. Por Ilhas Virgens, Natalie Day anotou 20.




Com a derrota, o Brasil precisa vencer a Argentina na ultima rodada da fase de classificacao, ou torcer por uma combinacao de resultados envolvendo tambem a Colombia.


Argentina e Colombia fecham a rodada as 21.05h.

Ilhas Virgens vencem, Brasil dá vexame na AmeriCup e se complica no torneio

Matéria aqui.

Argentina perde sua principal pivô

Principal pivô argentina, Sofia Aispurua, torceu o joelho esquerdo minutos antes do final do jogo com a Venezuela e não jogará contra Colômbia e Brasil.



Se for confirmada a luxação, a jovem pivô de 1.90m estará fora do restante do campeonato.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Resultados da 3a rodada - terca dia 8 de agosto

Com resultados previsiveis, a Copa America teve sua sequencia nesta terca feira dia 8 de agosto.

A primeira partida, talvez a que imaginassemos mais indefinida, a Colombia passou por Ilhas Virgens e mantem-se viva na competicao.

Canada jogou o suficiente para vencer as mexicanas, enquanto que o Paraguai de Paola Ferrari fez o que pode para segurar Porto Rica, mas acabou derrotado por 14 pontos.

Na partida de fundo, as donas da casa mostraram forca mais uma vez vencendo a Venezuela por 20 pontos.

Seguem os resultados de hoje:



Amanha, destaques para Brasil x Ilhas Virgens, Cuba x Porto Rico, e Colombia x Argentina.

Analisando o grupo B, temos praticamente Cuba e Porto Rico brigando pela 2a posicao. Caso o Paraguai venca o Mexico, Cuba precisa vencer Porto Rico por 9 pontos, e vencer as mexicanas na ultima rodada. Qualquer outro resultado classifica as portorriquenhas.

Site globoesporte.com destaca vitoria da selecao contra a Colombia


veja a materia aqui

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Brasil melhora e vence a Colombia por 21 pontos

Depois de uma estreia que, apesar da vitoria, deixou a desejar, a selecao brasileira entrou em quadra nesta segunda feira para enfrentar a Colombia.




Num primeiro periodo equilibrado, onde os erros da estreia insistiam em se repetir, o Brasil alternou bons e maus momentos, finalizando em 17 x 15. Kelly extremamente marcada, nao conseguia desenvolver seu jogo.



No segundo periodo porem, com a entrada de Leticia Rodrigues, o jogo mudou. Ao longo da partida a jovem pivo anotou 13 pontos e pegou 17 rebotes (7 ofensivos), e no final do 3o periodo ja tinha um duplo duplo garantido.



Os times foram para o intervalo com o placar de 33 x 20. A vantagem porem poderia ter sido bem maior, pois nos ultimos 3 minutos nao hove cestas de ambas as selecoes.

Na volta para o 3o periodo a duvida era se o time continuaria com a vantagem, o que de fato aconteceu. 

A partida continuou sob controle no 4o periodo, quando o tecnico Carlos Lima finalmente promoveu a entrada de Nicoletti. A promessa brasileira jogou 3.24 min mas nao chegou a pontuar.





Final de jogo, Brasil 68 x 47 Colombia.

Visivelmente houve melhora em relacao a estreia. Apesar do numero de erros ainda ser grande (26, muitos desses em passes), a defesa  foi mais efetiva, boa movimentacao no ataque e muita disposicao das atletas.

Ha de se elogiar tambem o trabalho de preparo fisico desenvolvido pela comissao. O time nao apresentou sinais de cansaco.

O Brasil folga nesta terca feira, e volta a quadra na quarta, as 16.05h, para enfrentar  Ilhas Virgens, partida que podera garantir nossa selecao nas semifinais do torneio.


Carlos Lima fala ao PBF com exclusividade

Apos a vitoria por 68 x 47 sobre a Colombia, Carlos Lima fala aos torcedores do Brasil atraves do PBF


clique aqui

Ilhas Virgens destroi Venezuela e ganha nova vida na competicao

Depois de uma estreia apatica, a selecao de Ilhas Virgens destruiu a Venezuela na segunda partida do dia em Buenos Aires.




Com uma defesa forte e um contra-ataque fulminante, as campeas centro-americanas venceram por 79 x 53 e ganham nova vida na competicao.

Destaques para ala-armadora Tate (#12) com 26 pontos e  a pivoTaylor (#11) com 18 pontos.




Quarta-feira, Ilhas Virgens sera advesaria do Brasil, em jogo a ser realizado as 16.05h

Paraguai de Paola Ferrari surpreende Cuba de Casanova, e vence na abertura da 2a rodada da Copa America.

Paola Ferrari  (27 pts) liderou a equipe do Paraguai a uma historica vitoria contra a selecao de Cuba, por 69 x 66, na abertura da 2a rodada da Copa America 2017.






Acumulando sua 2a derrota, o time da Casanova ainda nao esta eliminado da competicao. Precisa porem ganhar todos os jogos e torcer para Porto Rico perder para o Canada. Assim, se classificaria em 2o lugar, ganhando no confronto direto contra as adversarias caribenhas.





Jogam agora Ilhas Virgens e Venezuela, pelo grupo do Brasil. Logo depois, nossa selecao enfrenta a Colombia, que faz sua estreia no torneio.









Impressões após a 1a rodada da Copa América

Após assistir aos 4 jogos desta 1a rodada, acredito que o jogo entre Brasil e Colômbia nesta segunda feira decidira a classificação do Brasil para as semifinais da competição. Pelo que Ilhas Virgens (não) mostrou, dificilmente perderemos o jogo da quarta feira, apesar do nosso time ter assustado com a quantidade absurdas de erros cometidos na estreia de hoje.

No outro grupo, Porto Rico certamente decidirá a 2a colocação contra Cuba, que mostrou muita fragilidade diante do bom time do Canada. Este, por sua vez, conta agira com uma nova pivô de 1.98m (Ruth Hamblin), tornando-se ainda mais forte.

Apostar na classificação para o Mundial é uma tarefa difícil e totalmente incerta. Acho que podemos tanto chegar numa final (caso saíamos em primeiro) como sequer ficar entre os 4. Tudo dependerá de como o time reagira a sequência de jogos para mostrar se o que falta realmente é ritmo de jogo ou se realmente estamos hoje fora do top 4 das Américas.

Descansemos, tomamos nossos calmantes, porque essa Copa América será pauleira até o último dia!

Por Paulinolamenha, direto de Buenos Aires

domingo, 6 de agosto de 2017

Brasil x Venezuela (FIBA ao VIVO)


Elencos das seleções participantes da Copa America

Venezuela sem Roselis Silva, Cuba sem Noblet e Amargo, Porto Rico sem Ana Cortijo; confira os elencos das 10 equipes participantes da Copa América que inicia neste domingo dia 6.








http://www.fiba.com/es/womensamericup/2017/news/rosters-confirmed-on-eve-of-fiba-women-s-americup-2017

sábado, 5 de agosto de 2017

Copa América: começa Amanhã, domingo dia 6 de agosto

Eis o palco onde se realizarão os jogos da Copa América.


Abaixo segue a tabela dos jogos




Para acompanhar o campeonato com mais rapidez de informações, siga nossa página no Facebook.


Vídeo: Basquete feminino lança projeto de base em homenagem a Michele Splitter

Vídeo: Matéria do segundo amistoso contra Angola

Vídeo: Brasil x Angola - Jogo 1

Vídeo: Chapecó se classifica para os JUBs

Catanduva contrata Tati Conceição para a Divisão Especial do Paulista

Matéria aqui.

Catarinense feminino começa neste final de semana com oito equipes

Matéria aqui.

Seleção brasileira vence Angola em segundo amistoso

Matéria aqui.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Amistoso: Brasil 63 x 57 Angola

Estatísticas aqui.

PBF no Facebook


O Painel do Basquete Feminino agora esta com uma pagina no Facebook.

Sera mais uma forma de acesso as informacoes da nossa modalidade.

A partir de 6 de agosto, postaremos varias fotos diretas de Buenos Aires, bem como alguns "lives".

Acessem e sigam:

https://www.facebook.com/PBF-Painel-do-Basquete-Feminino-1947710425473110/




domingo, 30 de julho de 2017

Rússia vence os EUA e é campeã mundial Sub-19


Parece que a hegemonia dos EUA está chegando ao fim. Pelo menos com essa geração.

Depois de perder para a seleção brasileira na Copa América Sub-16 em 2015 e para a Austrália no Mundial Sub-17 do ano passado, a seleção americana foi derrotada pela Rússia na final do Mundial Sub-19, disputado na cidade de Udine, Itália.


O placar foi de 86 a 82 para a seleção russa, que contou com uma atuação contundente de suas pivôs: as excelentes Maria Vadeeva e Raisa Musina.

Esta conquista é um sopro de esperança para um basquete feminino tradicionalíssimo que acumulou fracassos nos últimos campeonatos europeus adulto.

Parece que logo teremos uma seleção russa de volta, uma vez que a geração anterior foi vice campeã mundial Sub-19, ao perder da seleção americana em 2015.

Vadeeva e Musina, inclusive, já integram a seleção adulta e disputaram o último europeu adulto.

Na decisão do bronze, o Canadá venceu o Japão por 67 a 60.