quarta-feira, 22 de outubro de 2014

FPB define data da decisão do Campeonato Paulista Feminino – 2014

O departamento técnico da Federação Paulista de Basketball (FPB) definiu a data da decisão do Campeonato Paulista Feminino – 2014, entre Top Therm/Grupo Leonardi/Sicredi/Uniesp/Presidente Venceslau e Unimed/Americana. O jogo único será realizado no dia 07 de novembro (sexta-feira), às 20h00 (de Brasília), no Colégio Ideal, em Presidente Venceslau (SP).
Já a definição do terceiro e quarto lugares, entre Basketball Santo André/APABA e Rio Claro Basquete, acontece na sexta-feira (24 de outubro), às 18h00 (de Brasília), no ginásio Municipal de Esportes Benedito Alves de Lima (Itapirão), na cidade de Itapira (SP).
Rádio Esporte Web (http://www.radioesporteweb.com.br), com José Alberto Fuminho, transmitirá ao vivo os dois jogos.
Fonte: LBF

Barretos derrota o Lins Basquete fora de casa e segue invicto no Campeonato Paulista Feminino da Série A-2

A APAB/Guarani/Barretos manteve a invencibilidade no Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 – 2014 ao derrotar o Lins Basquete, na noite desta segunda-feira (20 de outubro), por 59 a 48 (29 a 29 no primeiro tempo), em duelo válido pelo returno da fase inicial, disputado no ginásio Municipal João dos Santos Meira, na cidade de Lins (SP). As atletas mais efetivas do time visitante foram Kananda Benedicto, 16 pontos, Emily da Silva, 11 pontos, e Maila Ciciardi, 10 pontos.
Com a vitória, o time comandado pelo técnico Alexandre Escame (foto) chegou aos 18 pontos, decorrentes de nove resultados positivos, liderando isoladamente a competição.
A APAB/Guarani/Barretos conclui a sua participação na fase inicial deste campeonato enfrentando o Internacional/FUPES, na quinta-feira (23 de outubro), às 19h00 (de Brasília), no CEMEI Tenente Afonso Câmara Filho (Vendo América), na cidade de Barretos (SP).
O representante de Barretos será um dos ‘caçulas’ na edição 2014/15 da Liga de Basquete Feminino (LBF).
Fonte: LBF

São José fecha grupo jovem, e Carlos Lima quer ao menos as semis da LBF

Com a chegada da armadora Vico nessa segunda-feira, 20, o São José fechou o elenco para a disputa da Liga de Basquete Feminino (LBF) 2014/2015. Terceiro colocado na última edição do nacional, o time do Vale do Paraíba aposta na juventude para tentar se destacar. A média de idade do grupo, formado por 11 atletas (sem contar com as jogadoras sub-19), é de 24,7 anos.

Mesmo com um time jovem, o técnico Carlos Lima demonstra confiança no desempenho da equipe. Há duas semanas, a preparação para o nacional é feita com o elenco completo. Fato que anima o comandante.

– Mais uma vez, vamos com jogadoras jovens. Temos apenas duas atletas com mais de 30 anos. Nossa expectativa é muito boa. O grupo é de qualidade, com atletas jovens e de potencial. Não procuramos fazer previsões de colocações, mas queremos ficar, pelo menos, entre os quatro primeiros. (...) A preparação está muito boa. Os trabalhos têm sido mais técnicos e táticos. Temos feito bons treinos – comentou o comandante.

Além da disputa da LBF, que tem início previsto para a segunda quinzena de novembro, o time participa dos Jogos Abertos do Interior, em Bauru. Antes do início das competições, a intenção da comissão técnica joseense é realizar alguns amistosos no começo do próximo mês. As datas e os adversários, porém, ainda não foram definidos.

Das 11 jogadoras do São José, sete são remanescentes da última temporada: Carol Ribeiro, Estela, Isabela Ramona, Karen, Karina, Fabi e Plutin. Chegaram à equipe as armadoras Débora Costa e Vico, e as alas Joice e Patty. Quatro jogadoras defenderam o Brasil no Mundial da Turquia, disputado entre setembro e outubro: Débora Costa, Isabela Ramona, Joice e Patty.

No início desta temporada, o time do Vale do Paraíba chegou a anunciar a permanência da ala Jasmine James e a contratação da ala-armadora Alex Montgomery, do New York Liberty (EUA). Porém, por causa de uma readequação financeira, o São José não ficou com as jogadoras norte-americanas.

Confira abaixo o elenco do São José Basquete Feminino:

Carol Ribeiro - armadora - 1,80m - 20 anos
Débora Costa - armadora - 1,64m - 23 anos
Victoria Pereyra (Vico) - armadora - 1,71m - 27 anos
Estela Arantes - ala - 1,79m - 20 anos
Joice Coelho - ala - 1,81m - 21 anos
Isabela Ramona - ala - 1,80m - 20 anos
Karen Rocha - ala - 1,81m - 30 anos
Patrícia Teixeira (Patty) - ala - 1,74m - 24 anos
Karina Jacob - pivô - 1,86m - 29 anos
Fabiana Souza (Fabi) - pivô - 1,94m - 23 anos
Yakelin Plutin - pivô - 1,86m - 35 anos


MÉDIA DE IDADE: 24,7 anos / MÉDIA DE ALTURA: 1,79m

Fonte: Globoesporte.com

São José contrata armadora uruguaia Vico Pereyra

A uruguaia Vico já treina no São José (Foto: Tião Martins/PMSJC)


O time de basquete feminino de São José dos Campos anunciou a contratação da armadora uruguaia Maria Victoria Pereyra Souto, a Vico. Com 1,71m de altura, a atleta de 27 anos é a última contratada da equipe joseense para disputar os Jogos Abertos e a Liga de Basquete Feminino (LBF).



Para o coordenador da equipe, Maurício Ianicelli, a contratação é muito importante. “Precisávamos de alguém de experiência e que completasse o elenco. Com ela, a equipe está fechada, e agora vamos treinar para disputar alguns amistosos em novembro”, declarou Maurício.

Victoria Pereyra já mostrou entrosamento e habilidade no primeiro treino com a equipe e foi observada pelo técnico Carlos Lima. “Nossa equipe é bem jovem, tem uma renovação grande no elenco, a Victoria será importante, porque já jogou a LBF e a sua experiência pode trazer segurança para o time”, afirmou Carlinhos.

Quando disputou a LBF pelo Guarulhos, Vico foi líder em recuperação de bolas. A atleta integrou a seleção do Uruguai e atuou na França, onde disputou a Liga Francesa, antes de assinar contrato com o São José.
Ela já conhece as atletas da nova equipe e está animada com a temporada. “Já conhecia muitas jogadoras da seleção e do São José, muitas são jovens, mas todas são de qualidade e já estão na seleção principal”, garantiu.

Vico disse que já está se acostumando à cidade, mas o maior problema é o calor, pois estava treinando na França e passando muito frio. “Aqui está muito quente, mas espero fazer uma boa temporada e ajudar a equipe a chegar ao título”, falou a atleta uruguaia.

O elenco

O elenco joseense agora conta com quatro atletas que estavam na Turquia para a disputa do Mundial com a seleção brasileira: a armadora Débora Costa e as alas Joice Coelho, Isabela Ramona e Patrícia Teixeira.
Atualmente, o São José tem nove atletas adultas: Débora Costa, Vico, Joice Coelho, Isabela Ramona, Karen, Patrícia, Karina Jacob, Fabi, Plutin; duas jogadoras sub-21 (Carol Ribeiro e Estela Arantes), e ainda mais três do sub-19 que disputaram os Joguinhos em Itapetininga (SP).

O primeiro compromisso da equipe de basquete feminino de São José dos Campos será os Jogos Abertos, que serão realizados em Bauru (SP) na segunda quinzena de novembro. A temporada 2014/2015 da LBF também começará no final de novembro.

Recra tropeça e adia classificação

O time de basquete feminino ribeirão-pretano da Recreativa/ABEC/SME voltou a mostrar apatia dentro de quadra na noite desta terça-feira (21) e foi derrotado por Lins, por 55 a 41, no Ginásio João dos Santos Meira em duelo válido pela Série A2 do Campeonato Paulista. Vindo de duas derrotas consecutivas - já havia perdido para o líder Barretos na última rodada -, a equipe comandada pelo técnico Márcio Marolo, desperdiçou a oportunidade de antecipar suas classificação para as semifinais.

A armadora Débora, de Lins, foi a cestinha da partida com 26 pontos. Pelo lado da Recra, a ala Camila marcou nove pontos. Para garantir a vice-liderança e a classificação as semifinais, a Recra terá que torcer por uma derrota de Jundiaí contra o próprio Lins – a FPB (Federação Paulista de Basquete) ainda não definiu a data do duelo entre as duas equipes. A equipe ribeirão-pretana encerrou sua participação na primeira fase com 16 pontos. Restando uma partida para ser disputada, Jundiaí ocupa a terceira posição com 14 pontos em nove partidas. Caso Jundiaí vença Lins, Ribeirão terá que disputar as quartas de final contra o sexto colocado.

Frustração

Visivelmente decepcionado com a atuação da equipe na partida desta terça, Marolo cobrou mais atitude por parte do elenco nos próximos jogos. “O time delas [Lins] mostrou mais vontade, elas tiveram mais interesse e foco no jogo. Tivemos uma noite infeliz, deu tudo errado defensivamente e ofensivamente, essa derrota pode custar nossa classificação, vamos pagar um preço alto por isso. Se o grupo voltar a focar os treinos e os jogos nosso time vai brigar por título, do contrário, vamos continuar desabando na tabela”, analisou o técnico.

O treinador lamentou a falta de concentração da equipe nos momentos cruciais da partida desta terça.
“Nós começamos na frente, mas perdemos o controle do jogo, demos bobeira no ataque, elas meteram várias bolas de três, o time se abateu e o adversário acabou abrindo vantagem”, afirmou Marolo.

De acordo com o técnico a classificação antecipada para as semifinais será essencial ao time ribeirão-pretano. “Se ficarmos em em segundo lugar teremos mais tempo para treinar, isso influencia muito”, disse.

Fonte: Jornal A Cidade

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Basquete de Joinville encerra sua participação no Campeonato Estadual

Após três anos sem participação no Campeonato Estadual de Basquete Feminino, a Gloriarte/Felej/JBA encerrou sua campanha na temporada 2014 no último sábado (18/10), em Blumenau/SC. A equipe joinvilense, comandada por Fabiano Borges, superou as expectativas para o ano e chegou até a semifinal da competição, quando foi eliminada pela atual tricampeã do certame.

"Fizemos o melhor dentro das nossas condições. Do nosso elenco adulto, grande parte das meninas ainda tem idade para competições de base. Isso faz a diferença nos momentos cruciais da competição", disse o treinador.

Os resultados deste ano deixaram a impressão de uma campanha ainda mais promissora na próxima temporada, com a chegada de atletas e novos parceiros. A derrota para o SD Vasto Verde, por 63 a 22, serviu de motivação para futuras conquistas.

"Seguimos fazendo o trabalho com excelência na base. Se continuarmos focados na formação de novas atletas, conseguiremos, em breve, formar um time adulto de qualidade com atletas joinvilenses", concluiu.

Entrevista – Zanon no Blog Bola Oval e Laranja

O problema do basquete feminino é a quantidade, diz Zanon

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Página no Facebook tenta “salvar” o basquete feminino

Uma página no Facebook chamada “Salvem o Basquete Feminino Brasileiro” tenta reunir os envolvidos com a modalidade para repensá-la e resgatá-la da grave crise.

Vale a visita: link aqui!

domingo, 19 de outubro de 2014

Prefeitura de Rio Claro explica fim do basquete feminino

Apesar da oficialização do fim das atividades, o time ainda jogará a semifinal do Paulista
Após o anúncio da desistência de participar da Liga de Basquete Feminino (LBF) e do encerramento das atividades do time de basquete feminino, a redação do JC entrou em contato com a administração municipal, através de sua assessoria, para questionar o motivo do fim da modalidade e se outras podem ter o mesmo desfecho.
“A desistência de disputar a Liga Nacional de Basquete Feminino ocorre em um momento de dificuldades financeiras da prefeitura, que teve queda na arrecadação. A Secretaria Municipal de Esportes ressalta que aproveita este momento para rever sua linha de atuação com as equipes de competição, mas que, no momento, não há perspectiva de que outras equipes encerrem suas atividades”, afirma a nota.
O time ainda disputa o Paulista, que está em sua fase semifinal, que será realizada no próximo sábado (18), em Santo André, quando o Rio Claro Basquete enfrenta Presidente Venceslau, mas, com a demissão de Marcio Pimenta na última terça-feira (14), o técnico interino deverá ser Léo, membro da comissão técnica do time masculino.
“Eu não fui comunicado oficialmente sobre a demissão. Fui pego de surpresa. Fui comunicado apenas do fim do basquete após o Paulista”, afirma o ex-treinador. As atletas têm contrato até abril de 2015, data de encerramento da LBF, que tem início previsto para a última semana de novembro, e Pimenta tem como prioridade arrumar times para as jogadoras.
“Consegui prazo da Liga Nacional até a próxima quinta-feira (23) para levar esse time para uma cidade vizinha. Estamos conversando a respeito”, acrescenta. Até lá, ou caso isso não aconteça, o elenco que hoje é formado por 11 atletas será mantido pela prefeitura até o final do contrato.
“A secretaria destaca que, se houvesse novos patrocinadores, o basquete feminino disputaria o certame nacional. Enquanto as atletas não definem suas novas equipes, o compromisso de Rio Claro com elas está mantido”, continua o comunicado enviado pela diretoria de comunicação da prefeitura.
Inicialmente previstos para ocorrer entre 3 e 15 de novembro, os Jogos Abertos do Interior deste ano foram adiados para o período de 17 a 29 do mesmo mês, em Bauru, por conta da realização do Saresp, exame de avaliação geral da rede estadual, já que as escolas servem como alojamento das delegações.
Uma novidade será a obrigatoriedade das cidades classificadas enviar representantes, caso contrário serão punidas com a exclusão dos Jogos Regionais do ano seguinte. Diante disso, a prefeitura garante a participação da cidade nos Jogos Abertos, mas com restrições.
“A participação de Rio Claro nos Jogos Abertos acontecerá conforme a realidade financeira do município, o que deverá exigir uma redução na delegação”, finaliza a nota.
Fonte: Jornal Cidade

Americana e Venceslau decidem o título da Série A-1 Feminina

NotíciasNeste sábado (18 de outubro), foram realizadas as partidas semifinais do Campeonato Paulista Estadual da Divisão Especial Série A-1 Feminina, no Ginásio Municipal "Pedro Dell Antonia", na cidade de Santo André (SP), onde tivemos a vitória do Thop Therm/Grupo Leonardi/Sicredi/UNIESP/Venceslau sobre o Rio Claro Basquete, por 68 a 51 (37 a 21 no primeiro tempo). A equipe comandada por Flávio Prado esteve sempre na frente do placar, conseguindo a classificação para a grande final, que será disputada em Presidente Venceslau (SP). As cestinhas do confronto foram Natalia, Mariana e Silvia, as três de Venceslau, todas com 16 pontos.

Na outra partida da semi, o Americana derrotou o Santo André/APABA, por 75 a 61 (31 a 35 no primeiro tempo), em um duelo de gigantes, com as equipes se alternando no placar, mas acabando com a vitória de Americana, que se classifica para a final. Jaqueline de Santo André, foi a cestinha da partida, com 19 pontos. 

Fonte: Rodrigo Favero Garcia

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Liga de Basquete Feminino (LBF) realiza mais um encontro com os clubes

021



A Liga de Basquete Feminino (LBF) realizou, na tarde desta quinta-feira (16 de outubro), em sua sede, na Zona Sul da cidade de São Paulo (SP), a segunda reunião para formatação do campeonato 2014/15. Na ocasião, o presidente Márcio Cattaruzzi e a vice-presidente Helen Luz conversaram com os representantes das equipes para tratar da saída do Rio Claro Basquete.
“Este foi mais um encontro produtivo, em que as equipes puderam colocar os seus pontos de vista e debater o melhor para o nosso próximo campeonato. Abordamos a saída do Rio Claro Basquete para equacionar a tabela e definir os demais itens referentes ao campeonato”, comenta Cattaruzzi.
Até o final do mês de outubro, a Liga de Basquete Feminino (LBF) vai seguir em conversações constantes com os clubes para definir a tabela. “Tudo ocorreu de forma serena, escutamos individualmente as equipes e já partimos para um consenso. Seguiremos conversando com as equipes, para que o campeonato comece no final de novembro, com tudo definido”, finaliza Cattaruzzi.
Fonte: LBF

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Pesadelo sem fim: Rio Claro encerrará as atividades após o Paulista

Após quatro anos em atividade, o time de basquete feminino de Rio Claro será fechado. De acordo com um comunicado enviado pela Secretaria Municipal de Esportes, no final da manhã desta quarta-feira, a equipe, que está na semifinal do Campeonato Paulista, disputará os jogos finais do estadual e, com o término da competição, fechará as portas, abrindo mão de disputar a Liga de Basquete Feminino, considerado o Campeonato Brasileiro da modalidade.
Segundo o treinador do time rioclarense, Márcio Pimenta, a decisão pegou jogadoras e comissão técnica de surpresa, o que causou um mal-estar e um clima de desânimo entre todos.
- Fiquei sabendo pela imprensa que a equipe iria ser fechada. O que a gente sabe é que o motivo principal foi financeiro. Mas, até agora, ninguém me chamou para comunicar nada. As atividades continuam e a preparação para a semifinal do Paulista também, embora seja complicado motivar as jogadoras após essa notícia -contou o técnico, que se mostrou indignado com a situação.
-Isso mostra uma tremenda desorganização, um amadorismo total. Como vamos melhorar o basquete feminino no Brasil com atitudes assim? Como uma menina de 16 anos vai querer ser jogadora de basquete com a modalidade desse jeito? Não vai. Ela vai acabar indo para o vôlei - desabafa Pimenta.
No próximo sábado, a equipe rioclarense enfrenta o Venceslau, às 18h, fora de casa, pela fase semifinal do Campeonato Paulista.

Fonte: Globoesporte.com
___________________________________________________

A Federação Paulista divulgou uma nota da Secretaria de Esportes de Rio Claro:

COMUNICADO
A secretaria Municipal de Esportes, através do secretario Reginaldo Breda, comunica que Marcio Pimenta, não é mais o técnico do Rio Claro Basquete Feminino desde a data de 14.10.2014.
E o último jogo da fase de classificação do campeonato paulista e o play off semifinal será nomeado um técnico interino ainda não definido.
E que as atividades depois do termino do paulista se encerram nessa modalidade.
Sem mais,
Reginaldo Breda
Secretario de esportes

Anne Sabatini convoca seleção brasileira Sub-15 para o Sul-Americano da Venezuela

A técnica Anne Sabatini convocou, nesta quarta-feira (dia 15), as 18 jogadoras que irão iniciar os treinos da Seleção Brasileira Sub-15 Feminina para a disputa do Campeonato Sul-Americano Feminino da categoria. A competição será disputada na cidade venezuelana de Barquisimeto, de 19 a 23 de novembro. Os três primeiros colocados estão classificados para a Copa América Sub-16, em 2015. 

“Acredito muito no potencial do grupo. Teremos uma boa oportunidade de fazer um bom Sul-Americano e conquistar a vaga para a Copa América. Estou animada para começarmos os trabalhos. Na verdade em termos de comissão técnica já fizemos o planejamento dos treinos e tenho desenhado o perfil da equipe diante do que vi das meninas. Posso garantir que temos boas jogadoras em cada posição. A ala-armadora Izabela Nicolette, de 15 anos, será a atleta mais experiente e conto muito com a liderança dela”, comentou Anne.

A apresentação da equipe nacional está marcada para 1º de novembro e os treinos serão realizados até o dia 15 na Arena Olímpica de São Sebastião do Paraíso (MG). O Brasil terá como adversários na competição Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. O embarque para Barquisimeto está marcado para o dia 15 de novembro no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA CLUBE – UF

Anna Beatriz Gois Ferreira – Ala-armadora – 14 anos – 1,69m – Associação Londrinense (PR) – PR
Anna Beatriz Marques Hammerschimidt – Armadora – 14 anos – 1,68m – AB Presidente Venceslau (SP) – SP
Brenda Barros da Silva – Pivô – 14 anos – 1,84m – Instituto Mangueira do Futuro (RJ) – RJ
Clarissa Fernandes Carneiro – Ala – 15 anos – 1,78m – AB Presidente Venceslau (SP) – SP
Eduarda de Col – Ala – 15 anos – 1,78m – Assoc. de Basquete de São Miguel do Oeste (SC) – SC
Emanuely de Oliveira – Ala – 14 anos – 1,78m – Criciúma Basquete Clube (SC) – SC
Emily Florentino Aguiar – Ala – 14 anos – 1,77m – AB Presidente Venceslau (SP) – SP
Geassamyne Germano – Ala-pivô – 15 anos – 1,81m – Unimed Americana (SP) – SP
Geovana Fonseca Lopes – Pivô – 15 anos – 1,88m – AB Presidente Venceslau (SP) – SP
Isadora Alves Cardoso Sousa – Armadora – 14 anos – 1,77m – Apage Bask Guarulhos (SP) – SP
Izabel França Varejão de Angelo – Ala-pivô – 14 anos – 1,86m – ADC Bradesco (SP) – ES
Izabela Nicoletti Leite – Ala-armadora – 15 anos – 1,75m – Unimed Americana (SP) – SP
Juliana Souza Maria – Ala-pivô – 15 anos – 1,80m – ADC Bradesco (SP) – SP
Kamilla Soares Cardoso Silva – Pivô – 13 anos – 1,92m – Prefeitura de Montes Claros (MG) – MG
Obalunanma Beatriz de Angelo Chukwumaeze Igwu – Ala-pivô – 1,81m – 15 anos – Divino Jundiaí (SP) – SP
Rafaela de Oliveira Barbosa – Ala-armadora – 1,70m – 15 anos – Divino Jundiaí (SP) – SP
Raphaella Marciano da Silva – Pivô – 15 anos – 1,81m – Basketball Santo André (SP) – RJ
Sara Lúcia Carvalho Souza Rodrigues – Ala-pivô – 14 anos – 1,89m – Apage Bask Guarulhos (SP) – SP
Média de idade: 14,4 anos 
Média de altura: 1,79m

Comissão Técnica

Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnico: Anne de Freitas Sabatini
Assistentes técnicos: Christi Ane Hammersschimidt e Wilson Sanaiotti Júnior
Preparador físico: Priscila Moreira de Souza
Médica: Dr. Lenita Machado Glass 
Fisioterapeuta: Tatiana dos Santos Cardoso
Nutricionista: Emy Takahashi

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Vanessa Gattei anuncia aposentadoria como atleta, mas será assistente do América na LBF

 

No final de semana, a maior vencedora de campeonatos nacionais tomou uma decisão difícil. Depois de levantar seis taças nacionais, Vanessa Gattei não disputará a Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2014/15, colocando um ponto final em sua vitoriosa carreira, mas já assumindo oficialmente a condição de assistente técnica de Roberto Dornelas (foto) no UNINASSAU/América, equipe que fará sua estreia na competição nacional nesta temporada.

“Eu ia atuar por mais uma temporada, mas há cerca de dois meses tive uma contusão no ombro, que vinha me fazendo alternar os treinos com tratamento e enquanto estava treinando com as mais jovens, dava para levar. Já com as mais experientes ficou complicado. Por causa disso, aliado as oportunidades que apareceram, resolvi me aposentar, com o coração na mão”, relata Gattei.

“Vou seguir no basquete, agora com uma nova carreira”, acrescenta a ex-armadora, campeã da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013 pelo Sport Recife.

Além de assistente da equipe principal, Vanessa Gattei será a treinadora da equipe sub-19, além da função de professora nas escolinhas do projeto Cestinhas do Futuro, que ela já desempenha desde o mês de agosto.

Fonte: LBF

A passagem de bastão das armadoras na seleção brasileira (Jornal do Commercio)

1012_04_ESP_04

São José recebe atletas da seleção, mas não terá mais Jasmine James e Alex Montgomery

O São José/Colinas Shopping está trabalhando, se preparando para a disputa da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2014/15. O time comandado pelo técnico Carlos Lima (Carlinhos) já vinha treinando, mas agora o treinador joseense tem o elenco completo, com as atletas que defenderam a Seleção Brasileira no Campeonato Mundial da Turquia (Patty Teixeira, Débora da Costa, Joice Coelho e Isabela Ramona – foto), à disposição.

Com relação aos reforços internacionais, o supervisor Maurício Iannicelli relata que as norte-americanas Jasmine James e Alex Montgomery não defenderão o São José/Colinas Shopping nesta temporada. “Estas atletas não virão, mas estamos em tratativas para trazer outras jogadoras estrangeiras para reforçar o nosso elenco”, explica.

As novidades para esta temporada do São José/Colinas Shopping são, a lateral Patty Teixeira, que retorna a São José dos Campos depois de uma passagem pelo Ourinhos Basquete, a armadora Débora da Costa (ex-Unimed/Americana) e a jovem ala Joice Coelho (ex-Ourinhos Basquete).

Da equipe que esteve em ação na temporada passada, permaneceram: Carol Ribeiro, Estela Gregório, Isabela Ramona, Karen Rocha, Karina Jacob, a cubana Plutin Tizon e Fabi Caetano. Da base vieram: Vitória Marcelino, Maíra de Andrade, Thainá Soares, Letícia, Laís da Silva e Raphaella da Silva.

Fonte: LBF

Clarissa e Damiris treinam e reforçam ADCF Unimed

Clarissa e Damiris durante treino da ADCF Unimed, na manhã desta segunda-feira, no Centro Cívico - Foto Zaramelo Jr

Depois de defenderem a seleção brasileira na Copa do Mundo da Turquia, as pivôs Clarissa Santos e Damiris Dantas se integraram hoje (13) ao elenco da ADCF Unimed e ficam à disposição do técnico Antônio Carlos Vendramini para as finais do Campeonato Paulista e para a Liga de Basquete Feminino (LBF). As jogadoras já participaram dos treinamentos desta manhã no Ginásio Mário Antonucci, no complexo do Centro Cívico, no Jardim da Colina.

"São jogadoras de alto nível, que qualificam o grupo. Com elas, ganhamos mais alternativas táticas", disse Vendramini. "Fui campeã com a ADCF Unimed e fico feliz por estar de volta", afirmou Damiris, que conquistou os títulos do Paulista 2013 e da Liga 2013/14 pela equipe de Americana. No primeiro semestre deste ano, a pivô disputou a WNBA pelo Minnesota Lynx.

Nas semifinais do Campeonato Paulista, a ADCF Unimed enfrenta Santo André, em jogo marcado para o próximo sábado (18), às 20 horas, no Ginásio Pedro Dell´Antonia, em Santo André.

Vita Haddad faz estágio de 2 meses nos Estados Unidos

Preparador físico da ADCF Unimed desde 2001, Clóvis Roberto Rossi Haddad, o Vita, 48 anos, viajou domingo (12) para os Estados Unidos, onde permanecerá por dois meses estagiando com Bob Medina, que durante 21 anos trabalhou no Portland e no Utha Jazz, times da NBA, a liga profissional norte-americana.

Atualmente, Medina é coordenador da Universidade Brigham Young (BYU) e da Universidade de Utha, justamente os locais onde Vita Haddad fará seu estágio. "O Medina é um profissional experiente, de alto conceito no basquete dos Estados Unidos. Vou em busca de novos conhecimentos, pois temos que evoluir sempre", disse Vita.

Formado em educação física pela USP (Universidade de São Paulo) e cursando mestrado na Unicamp (Universidade de Campinas), Vita Haddad é o profissional mais vitorioso da história da ADCF Unimed. Ele esteve presente na conquista de todos os títulos do clube, com destaque para o Sul-Americano de Clubes (uma vez), a Liga Nacional (duas vezes), o Campeonato Brasileiro (uma vez) e o Paulista (cinco vezes), entre outros.

Vita Haddad ficará na cidade de Provo, no estado de Utha. Ele retorna às atividades na ADCF Unimed no dia 15 de dezembro. Durante o período de estágio de Vita nos Estados Unidos, quem cuidará da preparação física das jogadoras da equipe local é o francês Virgil Lopez.

sábado, 11 de outubro de 2014

Com vivência nas seleções de base, Kika domina o garrafão em Venceslau

Com presença física, Kika domina o garrafão (Foto: Associação de Basquetebol de Presidente Venceslau / Divulgação)

A pivô Cristiane Simões de Lima, ou simplesmente Kika, 23 anos, como é carinhosamente chamadas por todos, é uma das referências no basquete de Presidente Venceslau. Com diversas passagens pelas seleções brasileiras de base, a atleta quer ajudar o time a levar a dobradinha no Campeonato Paulista da Divisão Especial A-1 e na Liga de Basquete Feminino (LBF).
Além de pontuar, Kika é especialista em dominar o garrafão no setor defensivo e brigar por rebotes. Segundo ela, o importante é contribuir para o time.
- Sempre brinco com as meninas que eu preencho espaços. Sou grande. Na base sempre fui a mais alta, mais forte. É legal e bom, porque me ajuda a dominar o garrafão - brinca a pivô de 1,95m.
Natural de Belo Horizonte, em Minas Gerais, Kika defende as cores de Venceslau há pouco mais de um ano. No período, levantou a taça do Paulista da A-2. Com discurso firme, a pivô diz que é apenas o começo.
- Quero mais. O nosso time está muito forte e tenho certeza que vamos brigar pelo Paulista e não iremos decepcionar na LBF. Será minha segunda participação no nacional e vou com tudo.
Palavra do chefe
Flávio Prado, treinador, destaca as características importantes de Kika para uma pivô.
- Além de ser uma pessoa alegre e disciplinada, a Kika é uma pivô com muito potencial. Altura, posicionamento, força e experiência nas seleções de base. Ela está nos ajudando muito nesse início de temporada - afirma.
Seleção
A pivô defendeu o Brasil em três Sul-Americanos, dois na categoria sub-15 e um pelo sub-17. Em 2008, foi a reboteira da seleção na Copa América Sub-19 e jogou o Mundial da categoria na Tailândia, no mesmo ano.
Próximo compromisso
Com duas vitórias e uma derrota, Venceslau terminou a primeira fase na liderança do Paulista. Na semifinal, o time enfrenta Rio Claro, no dia 18 deste mês, em Santo André. Caso avance à final, o time do Oeste Paulista joga a decisão em seus domínios.
Fonte: Globoesporte.com

Notícias da A2

Invicto, Barretos derrota a Recra fora de casa e segue na liderança isolada do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2
A APAB/Guarani/Barretos manteve a invencibilidade no Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 – 2014 ao derrotar a Recra/ABEC/SME, na noite de sexta-feira (10 de outubro), por 61 a 55, mesmo atuando no ginásio Ignácio Luiz Pinto (Recreativa), em Ribeirão Preto (SP), no returno da fase inicial. As maiores pontuadoras da equipe visitante foram Drielle do Nascimento e Maila Ciciardi (foto), ambas com 19 pontos.
Com a vitória, o time de Barretos, que agora é comandado pelo técnico Alexandre Escame, segue na liderança isolada da competição, mantendo o 100% de aproveitamento.
Já classificado aos playoffs, o último compromisso da APAB/Guarani/Barretos na fase inicial do Campeonato Paulista Feminino da Série A-2 – 2014 será contra o Lins Basquete, no dia 20 de outubro (segunda-feira), às 18h00 (de Brasília), no ginásio Municipal João dos Santos Meira, na cidade de Lins (SP).
O representante de Barretos será um dos ‘caçulas’ da edição 2014/15 da Liga de Basquete Feminino (LBF).

Divino e XV vencem na A-2 Feminina

Nesta quinta-feira (09 de outubro), foram realizadas duas partidas pelo returno do Campeonato Paulista Estadual da Divisão Especial Série A-2 Feminina, onde o Divino/Jundiaí derrotou o Lins Basquete/P.M. Lins/SABAPA, por 67 a 33, em partida disputada no Ginásio Municipal Nicolino de Lucra (Bolão), na cidade de Jundiaí (SP).
Na outra partida do dia, o XV/Unimep/Amhpla/Selam venceu o Internacional/FUPES, por 60 a 53 (27 a 24 no primeiro tempo), em duelo disputado na Arena Santos, na cidade de Santos (SP), classificando a equipe piracicabana para os playoffs da competição. 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Adrianinha: "A preparação (para o Mundial) deixou a desejar"



JC – Você tinha se aposentado da seleção em 2012, mas optou por voltar a pedido de Luiz Augusto Zanon (técnico). Por que retornou?
ADRIANINHA – Me aposentei porque achei que não estava me dando bem com a filosofia (da época). Não estava dando meu melhor. Preferi deixar meu espaço para outra pessoa. Mas aí o Zanon veio com essa proposta de renovação. O projeto de colocar uma filosofia de basquete e dar uma cara à seleção. Achei bem interessante, ele sendo um ex-jogador. Já havia visto o trabalho dele em Americana. Achei que seria uma forma diferente. E foi o que aconteceu. Mesmo tendo um resultado não tão positivo (11º lugar), de derrotas, pelo menos eu vi que está sendo feita uma renovação. Dez meninas novas estavam lá, pela primeira vez no Mundial. Entrou um novo conceito e modo de jogar. Acho que valeu a pena.

JC – E por que, agora, deu o adeus definitivo?
ADRIANINHA – O basquete está cada vez mais físico. E minha posição exige muito do físico. Com o passar dos anos fui sentido essa diferença. Quero estar lá, mas realmente participando, ajudando. Se tiver outra menina que estiver melhor do que eu, não vou me sentir bem de estar por estar. Já tive um problema muito grave nas costas no ano passado, em que estava sem poder andar, fiquei de cama. O atleta sente que chegou a hora.

 "Tem muito a melhorar. A preparação, pelo menos que fiz esse ano, deixou a desejar."

JC – Qual o sentimento que ficou dos anos pela seleção?
ADRIANINHA – Foi de gratidão. Foi de: “Nossa, obrigado, meu Deus por ter chegado até aqui. Foi um orgulho e uma honra durante todos esses anos. A maior parte do que eu conquistei no basquete veio em consequência da seleção também. Viajei o mundo. Minha melhor amiga conheci na seleção (Alessandra). Acho que é isso. Quando estamos ali, passando meses juntos, viramos uma família. Chegou momentos em que passava mais tempo com elas do que com a própria família. Tenho uma filha de oito anos (Aaliyah). Fico um mês sem vê-la quando vou pra seleção. É difícil. Mas sempre conversei muito e expliquei pra ela. Até hoje explico porque o basquete ainda exige que eu viaje às vezes. Ela entende. Agora quero me dedicar um pouco mais a ela.

"Ficamos três semanas sem fazer um amistoso. Nosso primeiro jogo foi o do Mundial já. Não existe isso."

JC – Qual foi seu momento mais marcante?
ADRIANINHA – Tenho muito fresco na minha memória a primeira vez que escutei o hino lá em Sidney, na Olimpíada (em 2000). Foi muito emocionante. Vem aquele flash na minha memória, de vestir a camisa da seleção. Minha mãe sempre falava “minha filha, você vai ser atleta lá no ano de 2000”, e eu dizia “você está louca”. E aconteceu. Lembro muito deste momento. Você chegar num Mundial ou numa Olimpíada, representar seu país já é uma vitória. Quem tem essa oportunidade sabe que o esporte amador aqui é difícil e complicado. Quando consegue chegar e representar nosso país lá fora, é uma vitória já, independentemente do resultado.

JC – Que ensinamentos passa às atletas mais novas?
ADRIANINHA – Tem que se dedicar ao máximo e aproveitar a chance. Você está ali, tem a oportunidade de jogar na seleção, representar teu país, então dá teu máximo. Aproveita sem medo de ser feliz porque pode passar e depois pra voltar no tempo não tem como. Quem sabe dali outras oportunidades vão surgir.

“ Acho que a CBB está numa fase muito crítica. Não tem nenhuma atleta lá dentro, que é o erro. O masculino tem uma associação agora que está (atuando) dentro da Liga deles. Mas na CBB mesmo estamos sem voz nenhuma e não tem como.”

JC – Atuar com duas armadoras está sendo uma arma bastante usada no basquete atual. Você gosta dessa tática?
ADRIANINHA – Sou armadora nata. Às vezes tentaram me colocar como lateral, mas fico incomodada porque tenho esse hábito de pegar a bola, puxar o contra-ataque e chamar a jogada. Com outra armadora facilita o comando do jogo. Você tem uma pessoa pra te auxiliar. A posição de armação é muito desgastante. Tanto na defesa, porque os técnicos hoje querem que você pressione a quadra inteira, quanto no ataque, porque você é pressionada a quadra inteira. Então posicionar o time, comandar e pensar em tudo sozinha… Se tiver alguém apoiando é mais fácil. No Sul-Americano (pelo Sport, neste ano) dividi um tempo com a Tainá Paixão (companheira no Uninassau/América). É muito bom e mais fácil.


JC – Qual a sua motivação em continuar atuando na LBF?
ADRIANINHA – Para mim está igual, porque sinto que estou no final da minha carreira. Então, todo treino e jogo para mim é especial. Poxa, daqui a dois anos talvez não esteja fazendo mais isso. Então, graças a Deus, estou conseguindo administrar bem. Me divirto nos treinos, como se fosse cada um uma despedida.


JC – E o adeus definitivo da carreira de jogadora?
ADRIANINHA – Vai ser o momento que vai chegar, como foi com a seleção. A visão que eu tenho hoje. Não é só o jogo, mas como o técnico se porta, como analisar uma jogadora. Esse é o momento mesmo, é o momento de parar. Aqui vai ser a mesma coisa. Ainda me divirto muito jogando. É uma satisfação. Posso continuar jogando, o meu físico está permitindo isso. Quando chegar o momento o próprio corpo e a própria mente vai avisar.

JC – Essa transição entre jogadora e treinadora pode ser feita aqui no Recife, onde você tem a estrutura do Uninassau/América à disposição?
ADRIANINHA – Com certeza. Ele (Roberto Dornelas, treinador) está dando muita possibilidade para mim e para as meninas. É muito diferente de jogar, então estou aprendendo a ensinar ainda. Fiz alguns cursos de treinadores. E até venho observando mesmo, procurando esse lado. Agora tem a oportunidade de algumas escolinhas aqui no Sesc e na Uninassau. Estou ansiosa.


Foto__Sr

Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

JC – O que acha da atual gestão da Confederação Brasileira (CBB) quanto ao basquete feminino?
ADRIANINHA – Acho que a CBB está numa fase muito crítica. Não tem nenhum atleta lá dentro, que é o erro. O masculino tem uma associação agora que está (atuando) dentro da Liga deles. Mas na CBB mesmo estamos sem voz nenhuma e não tem como. Tem que trabalhar junto, atleta e Confederação. Só vai mudar quando puder estar lá, opinar, ajudar… Não sei como essa questão financeira está, que dizem que é o problema, mas posso citar do que eu vivi agora no Mundial. Acho que foi muito fraco em comparação das outras equipes. Fiquei sabendo que a Turquia e vários outros da Europa desde maio estavam treinando. O masculino tem uma seleção A e B, por que o feminino não? Foram questionamentos que até fizemos quando tivemos oportunidade, que é o que ajuda a fazer a renovação. Não adianta só colocar essas meninas agora. E quem está vindo antes? Do sub-15, do sub-17… Tem que começar a preparar já, que é o que as outras seleções fazem. Tem que ser revisto tudo isso. Ficamos três semanas sem fazer um amistoso. Nosso primeiro jogo foi o do Mundial já. Não existe isso. Mas não tem como culpar uma só pessoa. Não posso culpar o técnico ou o preparador ou nós atletas. Tem que ver que alguma coisa na organização do sistema está errado. Tem muito a melhorar. A preparação, pelo menos que fiz esse ano, deixou a desejar.

JC – Recentemente, Magic Paula disse em entrevista ao Lance Net que falta às jogadoras atuais se pronunciar mais e reivindicar mudanças. Você concorda com ela? É preciso também haver uma cobrança maior publicamente, até mesmo por meio da imprensa?
ADRIANINHA – Não acho que é isso que vai resolver (se pronunciarem publicamente). Tem aquele ditado que diz que roupa suja se lava em casa. Eu quero estar aqui falando bem da minha modalidade. Tem que ser resolvido internamente e buscar soluções. Melhorar vai ser bom pra todo mundo, não só pra gente atleta, mas pra técnico, liga, patrocinador… Tem que se unir mais. Falta se unir mais. Eu vi a entrevista da Paula, entendo os pontos dela, mas como vamos reivindicar com dez meninas que nunca foram ao Mundial? Tem que ter paciência e, como disse antes, ter alguém que defenda e fale pelo feminino lá dentro. Para poder falar por nós, porque nós, atletas, nosso trabalho é treinar. Reivindicar vamos, mas a mudança tem que partir lá de cima.

"Posso citar do que eu vivi agora no Mundial. Acho que foi muito fraco em comparação das outras equipes. Fiquei sabendo que a Turquia e vários outros da Europa desde maio estavam treinando. O masculino tem uma seleção A e B, por que o feminino não? "

JC – Essa pessoa lá dentro pode ser você?
ADRIANINHA – Acho que sim, se tiver oportunidade. A partir do momento que não estiver mais aqui (como jogadora), vou querer dar de volta pro basquete tudo que o que ele me deu de alguma forma. Como treinadora, ou no Comitê Olímpico Brasileiro (COB) ou na CBB, onde quer que seja. Falta isso. Por exemplo, fui jogar agora no Mundial e toda comissão técnica e dirigentes sempre têm uma ex-jogadora. É uma outra coisa que sei que estou velha, porque as meninas que joguei contra estão tudo lá, ou como dirigente ou como assistente. No masculino você vê vários, né. Raul, Guerrinha, Vanderlei, Demétrius, todos ex-jogadores que já estão (nesse meio). Tem o Paulinho Villas Boas no COB. Estou fazendo um curso no COB que está abrindo muito minha visão pra esse lado também. Então, se surgir a oportunidade, quero pelo menos estar pronta.

JC – Então a meta maior agora é essa? Ajudar fora de quadra?
ADRIANINHA – A gente sabe o poder que o esporte tem, de mudar a vida de um jovem, de uma comunidade. A gente tem que buscar isso. Mudou a minha e das minhas amigas. Imagina a felicidade que vou ter de mudar a perspectiva de um jovem. Aqui no Sesc e na Uninassau já temos o projeto Cestinhas no Futuro que dá essa possibilidade. Que sejam dez crianças, serei feliz. O meu papel terá sido feito.

Fonte: Cestinha JC

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Após ápice no basquete feminino nacional, Sport recomeça do zero


Basquete Sport (Foto: Thiago Augustto)
Com estrelas da seleção brasileira, o Sport chegou ao inédito título da Liga de Basquete Feminino (LBF) para o Nordeste em 2013 e ficou com o vice em 2014. Do ápice ao desmanche do grupo. E ao recomeço do zero. Esse foi caminho traçado pelo clube, que se desfez do grupo vencedor e agora se reorganiza para participar da competição, a princípio, sem maiores aspirações. Ao lado do ex-técnico rubro-negro Roberto Dornelas, encabeçador do antigo projeto, quase todas as jogadoras, inclusive as estrelas das Cia. Adrianinha e Érika, seguiram para um novo projeto: o Uninassau/América-PE.

Com o discurso de poucos recursos para investir em grandes nomes, a diretoria do Leão apresenta uma nova proposta, denominada de projeto sustentável. Do antigo grupo, restaram duas atletas que pouco eram acionadas, Viviane Coelho e Lais Meira, mais o assistente técnico Erivaldo Souza, o Alemão. O técnico é Rildo Accioly, que trabalha no clube há mais de dez anos.

Apesar de a direção assegurar a presença na Liga de Basquete Feminino 2014/2015 - com início marcado para o dia 29 de novembro -, o clube ainda não apresentou as atletas, o que atrasa um pouco a preparação para a competição.


-Passamos por uma mudança drástica e vamos começar do zero. Muitas chegarão ao grupo. Estamos cientes de nossas limitações e o nosso projeto é de médio a longo prazo. Se falar em título, estarei mentindo. Vamos trabalhar com os pés no chão para mais adiante voltar a ser uma força – declara Accioly.

Os custos do antigo projeto giravam em torno de R$ 150 mil. Para se ter ideia do abismo financeiro, o salário de uma das estrelas daquele time será equivalente a todos os gastos com o novo grupo. Únicas remanescentes, Viviane e Lais asseguraram não guardar rancor por não terem sido convidadas para participar do novo projeto do técnico Roberto Dornelas. 


-Não fico chateada, pois eles têm os motivos deles e temos que respeitar. Só fico triste por ter que me separar das meninas e de algumas amigas, como Érika, com quem tenho até hoje muito contato. Agora é pensar em nossa nova equipe. Quero saber como ela será –disse a ala Viviane, de 28 anos. 

A ansiedade por recomeçar existe, mas as rubro-negras terão de esperar um pouco mais para iniciar os treinos. Os primeiros reforços são esperados até o dia 16. Por enquanto, só um rosto novo foi apresentado: a pivô Gessiane Araújo, de18 anos, vinda do Anápolis-GO, também jogará pela equipe sub-19.

-Fica aquela ansiedade para saber quem será as nossas novas companheiras. Sei que será uma equipe sem estrelas, mas com certeza vão dar o máximo para conseguirmos bons resultados – comentou a armadora Lais Meira, de 26 anos.

Viviane e Laís ressaltaram a importância da torcida nos jogos na Ilha do Retiro, o diferencial no título da LBF de 2013.

-A torcida sempre foi muito importante. Sei que pode haver uma desconfiança, mas os de verdade não vão abandonar a gente. Tem um grupo que se chama 'Rugindo na Cesta', que sempre nos ajuda. Espero que os demais torcedores nos apoiem como em 2013 – afirmou Viviane.

Por ironia do destino, a primeira partida oficial do reformulado time do Sport será diante do Uninassau/América, de Roberto Dornelas. O jogo marcará a estreia das duas equipes na Liga de Basquete Feminino e será disputado na Ilha do Retiro, no dia 29 de novembro. Até lá, os rubro-negros terão muito trabalho pela frente.

Fonte: Globoesporte.com

Após ficar fora do Paulista, São José Basquete vive ansiedade por LBF


Carol Ribeiro e Estela basquete feminino São José (Foto: Decathlon Brasil Facebook/ Divulgação)

O basquete feminino de São José dos Campos volta a se aproximar do clima de competições. Depois de ficar fora do Campeonato Paulista (mesmo sendo a atual vice-campeã), a equipe joseense mira com ansiedade o início da LBF 2014/2015, a Liga de Basquete Feminino que começa no fim de novembro. São José quer superar o terceiro lugar da LBF conquistado na última temporada. Na próxima semana, o técnico Carlos Lima contará com os reforços de quatro jogadoras da seleção brasileira, que estavam sob comando de Luiz Zanon no Mundial da Turquia.

Retornam da seleção na próxima semana: Débora Costa (armadora), Isabela Ramona (ala), Joice Coelho (ala) e Patrícia Ribeiro (ala).

Além das estrelas da seleção, o elenco conta com atletas que se destacam nas seleções de base do Brasil. Caso da jovem dupla Estela, ala, e Carol Ribeiro, armadora. As jogadoras distribuíram autógrafos para torcedores em uma loja esportiva de São José dos Campos na última semana. Carol Ribeiro agradeceu o carinho da torcida e falou sobre a expectativa para a LBF.

- Foi muito bom receber o apoio das pessoas que passavam por ali. Até mesmo de gente que não gosta de basquete, mas que falou com orgulho sobre o nosso trabalho. A expectativa para a LBF é a melhor possível, estamos trabalhando ao máximo para conquistar os resultados positivos. São José, com certeza, vem muito forte para a temporada - contou Carol.

A armadora de 19 anos quer orgulhar os joseenses e todo o Brasil no futuro.

- Motivação não falta para orgulhar o torcedor de São José e também o brasileiro, quem sabe, no futuro. A preparação e o foco são para que consigamos marcar o nome na história - acrescentou.

Fonte: Globoesporte.com

Recra tem novas baixas na temporada

O time de basquete feminino ribeirão-pretano da Recreativa/ABEC/SME está enfrentando muitos obstáculos em sua preparação para as semifinais da Série A2 do Paulista de basquete. Com o elenco reduzido, o técnico Márcio Marolo sofreu mais duas baixas para sequência do Estadual.
Lesionadas, a armadora Jéssica Carolina e a ala Agnes, não poderão mais atuar pela equipe ribeirão-pretana na competição.

Considerada o principal destaque do plantel, Carolina sofreu uma lesão no dedão do pé direito. Ela passou por uma radiografia na última semana e foi constada a contusão. Com suspeita de ruptura nos ligamentos do joelho esquerdo, Agnes poderá desfalcar a equipe por até seis meses. Nos próximos dias a jogadora será submetida a uma ressonância magnética para constatar gravidade e extensão da lesão.

Onda de desfalques

Antes das duas, Marolo já havia perdido as armadoras Jéssica Moreira e Alana. Contratada no início do ano junto ao Brasília, Moreira se desligou do elenco alegando problemas particulares. Alana, por sua vez, deixou a equipe para atuar na Universidade do Alaska, equipe universitária dos EUA.

“O sonho do título ficou muito distante. Isso [ausência das jogadoras] acabou descaracterizando o time, ficamos somente com seis atletas adultas e teremos que completar a equipe com jogadoras do sub-13 e sub-14. Tínhamos montado uma estrutura boa que vinha dando liga dentro da quadra, mas infelizmente isso foi por água abaixo”, disse o treinador ribeirão-pretano.

Com um elenco bastante reduzido e limitado - atualmente a Recra conta com apenas sete atletas em seu plantel - Marolo lamenta a falta de opções para escalar o time nas duas últimas rodadas do Estadual contra Barretos na próxima sexta-feira e diante de Lins - em data a ser definida pela FPB (Federação Paulista de Basquete).

“Vou ter apenas sete jogadoras para jogar as duas partidas finais da primeira fase e os playoffs. Se tivéssemos um grupo com 14 atletas, como pedi desde o início, a situação não seria tão crítica”, disse o técnico.

Fonte: Jornal A Cidade

Nômades das quadras: prós e contras do "vai e vem" no basquete feminino

Quem acha um exagero quando um jogador de futebol defende dois ou três times num curto espaço de tempo ainda não prestou atenção na vida das jogadoras do basquete feminino. Por conta do calendário irregular de competições na temporada – a WNBA, liga americana, por exemplo dura apenas três meses –, é comum ver as atletas vestindo diferentes uniformes e vivendo como verdadeiras nômades das quadras. Elas lidam com naturalidade com o fato de serem "vira-casacas" e aprendem uma série de lições nas diferentes culturas e escolas de basquete, seja nos Estados Unidos, na Espanha, na Turquia, na Rússia, ou em qualquer outra parte do mundo. Maior pontuadora e melhor jogadora da temporada de 2014 da WNBA, Maya Moore aproveita o intervalo das férias em sua terra natal para viver novas experiências e mergulhar em um universo novo. Naturalizada espanhola, a caribenha Sancho Lyttle aproveita o fato de ter começado tarde no esporte para absorver o máximo de conhecimento em cada lugar em que vai jogar e viver.

Duas vezes campeã do mundo (2010 e 2014) e eleita a "MVP" do Mundial da Turquia, a talentosa Maya Moore, de 25 anos, vem sendo lapidada desde a infância. Escolha número um do Draft da WNBA em 2011 pelo Minnesota Lynx, ela coleciona títulos desde cedo, despertando a atenção de olheiros pelo mundo. Em seus quatro anos pela Collins High School (no ensino médio), ganhou três títulos e foi considerada a jogadora do ano em 2006 e 2007. Na universidade, conquistou mais títulos com Connecticut (2009 e 2010), acumulando 90 vitórias seguidas. No seu ano de estreia pela liga americana, a ala levou a franquia ao topo do pódio, repetindo a dose em 2013. Assediada por clubes da Europa e da Ásia, ela escolheu primeiro a Espanha, onde atuou pelo Ros Casares e venceu a Euroliga em 2012. Depois, passou a atuar pelo Shanxi Rui Flame e sagrou-se campeã na China. A experiência serviu para aumentar a bagagem com diferentes escolas do basquete e experimentar uma vida completamente diferente da que levava.

- Ao mesmo tempo que é divertido, é desafiador. No mesmo que fui escolhida no Draft, eu comecei a jogar na Espanha. Fui para a China em 2012 e acho importante você atravessar o oceano para imergir em uma realidade totalmente diferente da sua, conhecer novos hábitos, povos e culturas. Além de ser algo divertido, viver em outros países te ensina sobre diferentes estilos de basquete e te força a evoluir e se adaptar rápido, afinal, as ligas duram apenas alguns meses. Aprendi muito depois que me tornei uma atleta profissional e passei a jogar internacionalmente. Toda experiência é válida. E o legal é que você acaba conhecendo muitas jogadoras, aprendendo também como se joga nos seus países de origem - contou Maya Moore, campeã olímpica em Londres 2012. 

A comida na China tem sido o mais complicado na adaptação das americanas. Com poder financeiro, o país asiático tem recrutado cada vez mais estrelas da WNBA. Enquanto a pivô Brittney Griner acaba optando por escolhas não muito saudáveis para atletas de alto rendimento, como "fast-food", pizza, batata frita, biscoito, refrigerantes e balas, Moore tenta seguir um cardápio mais balanceado, apesar de admitir sair da linha de vez em quando. Por conta dos exames antidoping (muitas carnes na China têm esteroides), Maya tenta evitar a comida local e tenta ao máximo preparar as suas refeições.

- A gente vai se adaptando. Gosto de cozinhar as minhas comidas porque assim eu tenho certeza do que estou comendo - revelou a ala, que confessou que recorreu às frituras em seu primeiro ano na China para lembrar o tradicional cardápio dos Estados Unidos. 

Os obstáculos com o idioma acabaram sendo amenizados pela presença de três tradutores (para inglês, espanhol e chinês), que trabalharam para o Shanxi. O técnico espanhol fala pouquíssimo inglês, uma companheira coreana emite apenas algumas palavras, e as chinesas não falam nem espanhol, nem coreano, só um inglês básico. Mas nada que atrapalhe o seu desempenho dentro de quadra. Enquanto muitos astros da NBA aproveitam o verão para descansar e se recuperar da temporada, é muito comum que jogadoras do gabarito de Maya e Griner passem o ano inteiro jogando em diferentes clubes e países. O salário médio de uma atleta na WNBA varia entre US$ 72 mil e US$ 105 mil, por isso, elas buscam outros rendimentos fora da temporada americana. São cifras que não chegam nem perto do que as estrelas americanas ganham na NBA. Com a crise europeia, o mercado chinês tem seduzido a elite feminina com as melhores ofertas.
Principal destaque da Espanha, ao lado de Alba Torrens, Sancho Lyttle não se importa tanto com a parte financeira. Para a ala, que nasceu na cidade de Kingston, em São Vicente e Granadinas, no Caribe, e naturalizou-se espanhola há cinco anos, a experiência no exterior é fundamental para a sua evolução. Depois de se mudar para os Estados Unidos, tocou em uma bola de basquete pela primeira vez aos 18 anos, na Universidade de Houston. Dez anos depois, já estava na WNBA e alçada a ídolo no Atlanta Dream. Um fenômeno das quatro linhas. Mas, segundo ela, nada teria sido fácil sem o contato com as escolas de basquete mundo afora.

- Vivemos realidades distintas em um único ano, mas o mais importante é o aprendizado com diversos treinadores. Como comecei tarde no basquete, tento absorver o máximo de lições para ajudar a melhorar meu jogo. Não sei muito sobre basquete e, por isso, acho que sou uma pessoa fácil de ser treinada. Estou sempre evoluindo. Muitas pessoas que começaram cedo carregam ensinamentos desde a infância, mas comigo é diferente. Gosto de estar sempre aprendendo coisas que tornem o meu jogo mais técnico e fácil. Eu fui para a Espanha (Ibiza, Salamanca e Valencia) muito crua e, desde então, já evoluí bastante, mas continuo aprendendo. O meu técnico do Galatasaray, por exemplo, é um apaixonado por basquete. Fica assistindo aos jogos da NBA e quer que a gente jogue como os homens. Em cada lugar, aprendo algo novo - analisou Lyttle, medalhista de prata no Mundial da Turquia.

Em busca da evolução, Sancho renovou com o Galatasaray para a próxima temporada da liga turca. A brasileira Érika, por sua vez, recusou recentemente uma oferta milionária do clube de Istambul para cuidar da avó. Campeã da WNBA em 2002 pelo Los Angeles Sparks, a pivô do Dream coleciona passagens por Valencia (Espanha), Mizo-Pecsc (Hungria), Club Sport Universitari de Barcelona (Espanha), Barcelona (Espanha), Ros Casares (Espanha) e Connecticut Sun (WNBA) no exterior. Considerada uma das melhores jogadoras da atualidade, acredita que já aprendeu o suficiente. Agora, além de querer ficar mais perto da família, pretende ajudar no desenvolvimento do basquete no Brasil.

- Decidi ficar no Brasil neste ano depois do fim da temporada na WNBA. Quero ajudar o basquete no Brasil, que anda muito apagadinho. No que eu puder, vou dar o meu máximo pelo esporte e mostrar para todo o mundo que o basquete brasileiro está voltando.

Fonte: Globoesporte.com

Hortência deixa cargo no basquete para se preparar na Globo

Os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, fizeram Hortência abrir mão de seu cargo como diretora da LBF (Liga de Basquete Feminino). A ex-jogadora resolveu se juntar ao “Time de Ouro” da Rede Globo para brilhar na televisão.

Desde julho, ela participa frequentemente de treinamentos na emissora carioca e virou figurinha carimbada no programa Rumo ao Pódio, exibido todos os dias de madrugada, após o Programa do Jô. Na Olimpíada, estará em praticamente todas as transmissões do basquete.

“Eu estou bastante animada com este projeto, pois a Globo quer que passemos nossa visão de atletas para enriquecer as transmissões. Sempre gostei deste lado de comentarista e resolvi aceitar esta proposta. Não será minha primeira Olimpíada.

Em 2000, comentei a Olimpíada de Syndey pela Band. Em 2004, em Atenas, e em 2008, em Pequim, trabalhei para a Globo. Em 2012, em Londres, não podia pois eu já era diretora da seleção feminina, não teria como”, afirmou Hortência em entrevista ao UOL Esporte.

“Para evitar conflito de interesses, resolvi sair da LBF. Como vou comentar algo do qual sou gestora? Preciso ser isenta, para poder elogiar e criticar o basquete e não perder a credibilidade.

Me afastei de forma oficial, mas sigo ajudando o pessoal, com ideias, uma espécie de consultoria, mas sem nenhum vínculo fixo”, completou a Rainha.

Nos workshops, Hortência e os demais integrantes do projeto como a ex-ginasta Daiane dos Santos, a jogadora de vôlei Fabi e a saltadora Maurren Maggi têm aulas sobre o perfil de cada programa da Globo e a atuação deles durante esses dois anos até a Olimpíada.

“O objetivo da preparação é deixá-los o mais à vontade possível em frente às câmeras, para que consigam levar ao público toda a experiência e bagagem que trazem do mundo esportivo”, explicou a Rede Globo por meio de sua assessoria de imprensa.

A saída de Hortência do quandro de funcionários da LBF para integrar a Globo não incomoda Márcio Cattaruzzi, presidente da entidade. Ele vê um lado positivo na ida da Rainha para a televisão.

“Apareceu uma oportunidade melhor e ela aceitou. Isso é bom para a Liga, pois a Hortência é uma figura importante do basquete feminino e ficará em evidência ao longo dos próximos anos.

Isso pode ser muito positivo para nós. Não contrataremos ninguém para sua função, pois não temos como. Mas esperamos que ela volte a trabalhar conosco e, 2016”, afirmou a dirigente.

Antes de se contratada fixa da Globo, Hortência já havia participado da transmissão do Jogo das Estrelas do NBB em fevereiro deste ano em Fortaleza.

Entre março e julho deste ano, participou ainda da terceira edição do TUF Brasil, ao lado da ex-jogadora de vôlei isabel e dos lutadores Chael Sonnen e Wanderlei Silva.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Damiris reforça Americana para a LBF

A pivô Damiris Dantas do Amaral está confirmada para defender a equipe da Unimed/Americana, na Liga de Basquete Feminino (LBF) - 2014/15. A atleta que começou nas categorias de base do Centro de Formação Esportiva Janeth Arcain, conquistando os Campeonato Paulista Estadual Mirim Feminino (2006), o Campeonato Paulista Mirim Feminino da Grande São Paulo (2006), o Campeonato Paulista Estadual Infantil Feminino (2007), o Campeonato Paulista Estadual Infanto-Juvenil Feminino (2009), além dos Prêmios FPB de Atleta Melhor do Ano em 2007, na categoria infantil e em 2009, na categoria infanto-juvenil; no ano de 2010, Damiris mudaria de equipe, passando para o Divino/Jundiaí, se tornando campeã do Campeonato Paulista Estadual Juvenil Feminino; Em 2012 já na categoria adulta, a atleta ficou com o vice-campeonato Paulista da Série A-1 Feminino, jogando pela Associação Centro Esportivo de Ourinhos; O ano de 2013 foi mais um ano de glórias para Damiris, que atuou pela equipe da Unimed/Americana, sendo campeã do Campeonato Paulista Estadual da Divisão Especial Série A-1 e da Liga de Basquete Feminino (LBF) - 2013/14.

Damiris que estava defendendo a equipe norte-americana do Minnesota Lynx na WNBA, volta a defender o Unimed/Americana na disputa da Liga de Basquete Feminino (LBF) - 2014/15.

Fonte: FPB

Lideivi será a técnica do Maranhão na LBF

A cubana Lisdeivi Pompa (foto) será a treinadora do Maranhão Basquete na edição 2014/15 da Liga de Basquete Feminino (LBF). O coordenador geral da equipe maranhense, Betinho Lima, confirmou, nesta segunda-feira (06 de outubro), o acerto com a treinadora que dirigiu o Ourinhos Basquete na última temporada e que agora irá substituir o experiente Antônio Carlos Barbosa.

“Com a definição da treinadora para esta temporada, vamos seguir montando o elenco para disputar a próxima edição da Liga de Basquete Feminino (LBF). Já acertamos com algumas atletas e estamos em tratativas finais com outras”, comenta Betinho.

Até o momento, o Maranhão Basquete já contratou com as pivôs Êga Garvão (ex-Unimed/Americana) e Fernanda Bibiano (ex-Ourinhos Basquete), além de garantir a permanência da cestinha Iziane Castro.

Fonte: LBF

Rio Claro e Americana vencem na rodada final do Paulista

SantoAndre_Americana_Paulista-745x493

O Rio Claro Basquete conquistou a sua primeira vitória no Campeonato Paulista Feminino – 2014 ao superar o Top Therm/Grupo Leonardi/Sicredi/Uniesp/Presidente Venceslau, por 45 a 39 (18 a 24 no primeiro tempo), neste sábado (04 de outubro), na abertura rodada dupla realizada no ginásio Municipal Felipe Karan, em Rio Claro (SP), complementado a fase inicial da competição. As atletas mais efetivas foram a cubana Yulli Cruz, com 15 pontos, pelo time da casa, e Amanda, com 10 pontos, em favor da equipe visitante.

O time da casa começou a partida em ritmo muito forte e, aliado a baixa produção ofensiva do adversário, venceu o primeiro período por 13 pontos de diferença (16 a 03). No segundo período, o jogo se inverteu, com a equipe de Presidente Venceslau se recuperando e passando a comandar o marcador (02 a 21).

Na volta do intervalo, o time da casa conseguiu uma pequena vantagem (12 a 08) e cresceu mais um pouco no período final, chegando ao seu primeiro resultado positivo no campeonato (15 a 07).

“Este foi um resultado importante, já que vencemos a equipe que estava invicta e que lidera a competição, pois vínhamos fazendo boas partidas, mas não estávamos conseguindo chegar ao resultado positivo. Com isso, o time ganha mais moral para a semifinal, que será contra esse mesmo adversário”, analisa o técnico Márcio Pimenta, do Rio Claro Basquete.

“O nosso time esteve apático em quadra, não atuando da forma como estamos acostumadas e acabamos superadas. Temos que trabalhar forte para a semifinal, que será mais uma partida complicada, mas temos condições de vencer para chegar a grande final”, comenta a jogadora Mariana, do Top Therm/Grupo Leonardi/Sicredi/Uniesp/Presidente Venceslau.

No jogo que abriu a rodada, a Unimed/Americana derrotou o Basketball Santo André/APABA (foto), em duelo equilibrado, por 60 a 57 (24 a 26 no primeiro tempo). As principais pontuadoras foram Palmira Marçal, com 18 pontos, pela equipe do Interior, e Thaissa Frediani, com 12 pontos, em favor da agremiação do Grande ABC.

O primeiro tempo foi dominado pela equipe do Grande ABC, que esteve melhor em dois períodos iniciais, que foram marcados pelos erros – 12 a 18 (primeiro) e 12 a 08 (segundo). No terceiro quarto, o equilíbrio foi à tônica (16 a 16), enquanto que no último a equipe de Americana cresceu de produção e assumiu o comando do marcador para vencer (20 a 15).

“O importante neste confronto foi a nossa estratégia, já que o nosso objetivo era ficar próximo no marcador e dar o bote no final, o que acabou dando certo. Apesar do número excessivo de erros, por parte das duas equipes, valeu pela vitória”, comenta o técnico Antônio Carlos Vendramini, da Unimed/Americana.

“O nosso time não vive nenhum problema, pois perdemos numa circunstância de jogo e agora temos que focar a semifinal, que será uma disputa árdua contra este mesmo adversário, mas temos condições de vencer e seguir a decisão do Campeonato Paulista”, comenta a pivô Carina Felippus, do Basketball Santo André/APABA.

Com estes resultados, a classificação final da primeira fase foi esta:

1º) Top Therm/Grupo Leonardi/Sicredi/Uniesp/Presidente Venceslau – 05 pontos (02 vitórias e 01 derrota)
2º) Unimed/Americana – 05 pontos (02 vitórias e 01 derrota)
3º) Basketball santo André/APABA – 04 pontos (01 vitória e 02 derrotas)
4º) Rio Claro Basquete – 04 pontos (01 vitória e 02 derrotas)

Semifinal
A semifinal segue o sistema de rodada dupla e será jogada no dia 18 de outubro (sábado), no ginásio Municipal Pedro Dell’Antonnia, na cidade de Santo André (SP), com estes confrontos: Top Therm/Grupo Leonardi/Sicredi/Uniesp/Presidente Venceslau x Rio Claro Basquete e Unimed/Americana x Basketball/Santo André/APABA. Os dois vencedores avançam a grande final.

Fonte: LBF 

Adilson Zavarize Basquetebol Feminino do XV vence pelo Campeonato Paulista

Equipe do técnico Ariel Rodrigues bate Lins por 72x41

O elenco de basquetebol adulto feminino do XV/Unimep/Amhpla/Selam reencontrou a vitória na partida diante da representação do Lins Basquete pelo placar de 72x41 (37x12 no primeiro tempo) em partida realizada na noite da última sexta-feira, dia 03, no Ginásio de Esportes do Clube de Campo de Piracicaba.

Com a conquista da terceira vitória pela fase classificatória do Campeonato Estadual Divisão Especial A-2 Feminina, a equipe do técnico Ariel Rodrigues manteve as chances de conquistar a classificação à fase playoff da competição organizada pela FPB (Federação Paulista de Basketball).

Com o resultado positivo diante de sua torcida, a equipe piracicabana chega a 12 pontos ganhos; três vitórias e seis derrotas.

De acordo com o técnico Ariel Rodrigues, a equipe fez boa atuação e soube aproveitar as chances no primeiro tempo para abrir vantagem no placar. “O ritmo forte no primeiro tempo foi determinante para ditar o ritmo da partida e conquistar a vitória.” – disse Ariel.

As pivôs Nayara Araújo e Jaqueline da Silva foram as cestinhas da equipe piracicabana com 12 pontos cada.

A equipe de basquetebol adulto feminino da Associação de Basquetebol XV de Piracicaba faz sua última apresentação pela fase classificatória do Campeonato Paulista A-2 na próxima quinta-feira, dia 09 de outubro, às 18h, diante do Internacional/Fupes, na Arena Santos, litoral paulista.

Termina o Mundial da Turquia, e os Estados Unidos são bicampeões

O ultimo dia de Mundial em Istambul definiu as oito primeiras colocações:

A Franca voltou a jogar bem e superou a Servia por 88 x 74, e finalizou a competição num "modesto" 7o lugar.



A surpresa deste campeonato foi a 5a colocação do bom time do Canadá. Repetindo seu ultimo melhor resultado (em 1986), este resultado nos deixa ainda mais inquietos e com a sensação de que NOS PODERIAMOS ESTAR LA. Porem, quem viu o time de Tamara Tatham jogar na Turquia, percebeu um time maduro, consistente e bem diferente dos amistosos. Hoje, tenho duvidas se venceríamos aquela, possível, oitavas de final. Sobre a China, o placar foi de 61 x 53. Aplausos para este time, que sofreu bastante ate voltar a figurar entre as melhores do mundo.




A grande decepção do ultimo dia de campeonato foi a atuação da Turquia na decisão do 3o lugar.  A Austrália iniciou o jogo emplacando incríveis 17 x 0 (algo inédito por aqui), levando as anfitriãs a apenas "levar" o jogo ate o ultimo apito. No final, o time de Penny Taylor (eleita mais uma vez uma das 5 all-star do torneio), volta ao podem em um mundial (foi 5o em 2010) e conquista mais um bronze para a coleção das Opals.






Na grande final (que decepcionou pelo fraco publico), como se esperava, as americanas jogaram o suficiente para anular a Espanha. Apesar de alguns momentos onda as espanholas conseguiam pontuar, parecia que o time de Maya Moore (MVP da competição, foto abaixo) ligava um botaozinho e "buumm": 20 pontos de frente! Ao final, placar de 77 x 64, e mais um ouro para os Estados Unidos.



Na lista de premiação individual, ainda marcaram presença Sancho Lyttle (assim como em 2010), Alba Torrens e a gigante americana,Griner.






Ao final, o locutor oficial da FIBA confirmou o próximo mundial para 2018, ao contrario do masculino que será em 2019. Ha a possibilidade de, após o próximo mundial, que terá sede anunciada entre dezembro e maio) o torneio passe a ocorrer de dois em dois anos.




Encerro aqui minha participação  direto da Turquia, e espero ter passado através dos textos e das fotos um pouco da fantástica sensação de participar de um Campeonato Mundial fora de nosso pais.